O pai de um estudante do Ensino Médio de uma escola Estadual em Itajaí, Litoral Norte de Santa Catarina, denuncia um caso de assédio sexual que teria sido cometido por um professor do adolescente, de 16 anos. A Polícia Civil investiga o caso.
O assédio teria ocorrido numa madrugada de sábado, na qual o adolescente estava em um churrasco com os amigos e o professor teria chamado ele no bate papo do Instagram e enviado vídeos sexuais.
Professor teria enviado vídeos sexuais a estudante de 16 anos – Foto: Reprodução/NDNa conversa, o professor pergunta onde o menino estava, se gostaria de sair e que “ninguém vai ficar sabendo”. Em seguida, o professor manda vídeos sexuais de visualização única.
SeguirDe acordo com o pai do adolescente, no vídeo, o professor aparece se masturbando. O adolescente questiona se o professor é louco e que iria processá-lo. Em seguida, o professor bloqueia o menino, antes o chamando de “crianção”.
Sem os pais, adolescente denunciou vídeos sexuais de professor
O pai conta que só soube do caso na quarta-feira da última semana, quando a direção da escola o acionou. Sem comunicar os pais, o menino registrou um boletim de ocorrência e procurou a direção da escola para denunciar o caso.
Ainda de acordo com o pai do adolescente, alguns colegas contaram que o professor procurava o menino em sala de aula, perguntando onde ele estaria.
Sem os pais, estudante procurou a polícia e a escola para denunciar professor – Foto: Reprodução/NDO pai procurou a delegacia de polícia e o Conselho Tutelar, que investigam o caso, que está sob sigilo por envolver menor de idade.
Por meio de nota, a Escola do adolescente informou que o professor está em licença saúde, mas que o pedido de afastamento já foi solicitado e um processo para apurar o caso foi instaurado.
Denúncia de assédio sexual de professor chega a Jorginho Mello
A Coordenadoria Regional de Educação afirmou que teve conhecimento dos fatos e já tomou as providências cabíveis, solicitando o afastamento do profissional e instaurando processo administrativo.
O pai denuncia ainda que o professor tem diversos Boletins de Ocorrência contra ele, mas de acordo com a escola, na negativa criminal do profissional não constam esses crimes.
O caso ganhou repercussão estadual e através do Twitter, Ulisses Gabriel, delegado geral da Polícia Civil de Santa Catarina, informou que foi procurado pelo governador Jorginho Mello (PL), para apurar de perto o caso.
Delegado-Geral da Polícia Civil teve acesso ao caso – Foto: Reprodução/ND