PF faz busca por equipamentos de exploração sexual infantojuvenil em SC

Operação ocorreu em Caçador, no Meio-Oeste do Estado, e em Curitiba, no Paraná. Em SC, um suspeito foi preso em flagrante com materiais pornográficos infantil e foi levado à PF de Lages

Foto de Willian Ricardo

Willian Ricardo Chapecó

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Dois endereços de suspeitos de armazenar e divulgar imagens de exploração sexual de crianças e adolescentes na internet foram alvos de buscas pela PF (Polícia Federal) nos municípios de Caçador (SC) e Curitiba (PR), nesta quinta-feira (13).

Em SC, a operação ocorreu em Caçador, no Meio-Oeste — Foto: Polícia Federal/Divulgação/NDEm SC, a operação ocorreu em Caçador, no Meio-Oeste — Foto: Polícia Federal/Divulgação/ND

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. De acordo com a Polícia Federal, durante as investigações iniciadas em julho de 2021, foi realizado o monitoramento de um dos suspeitos de armazenar e compartilhar centenas de arquivos contendo imagens e vídeos de abuso sexual infanto-juvenil. Os crimes vinham sendo praticados há mais de 18 meses.

Durante a operação nesta quinta-feira, um homem, de 74 anos, foi preso em flagrante delito por armazenar e disponibilizar material de pornografia infantil na internet. O detido foi conduzido para a sede da PF em Lages, na Serra de Santa Catarina, depois foi conduzido ao sistema prisional estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça. Os policiais também apreenderam com ele diversos equipamentos eletrônicos possivelmente utilizados pelos investigados nas condutas criminosas.

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Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal – Foto: Polícia Federal/Divulgação/NDDois mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal – Foto: Polícia Federal/Divulgação/ND

A polícia informou que  o inquérito policial segue em andamento.  “Poderá ser apurado o envolvimento de outras pessoas ou outros fatos criminosos conexos”, diz a nota da PF.

Os investigados poderão ser indiciados pela prática dos delitos de armazenamento, disponibilização e divulgação de material de pornografia e exploração sexual infanto-juvenil pela internet, cujas penas, somadas, podem ultrapassar dez anos de prisão.

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