PM ‘estoura’ desmanche ilegal de carros e prende três homens em Joinville

Operação identificou um galpão clandestino de desmanche de veículos na zona Leste de Joinville; resultando na prisão de três homens, incluindo um foragido

Redação ND Joinville

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Uma operação da Polícia Militar localizou um desmanche de veículos clandestino, na noite desta sexta-feira (1º), no bairro Jardim Iririú em Joinville, no Norte de Santa Catarina. A ação policial prendeu três indivíduos em flagrante, incluindo um foragido com um mandado de prisão em aberto. A proprietária do galpão, que alugou o espaço para uma suposta oficina de lataria e pintura está sob investigação.

Operação identificou um galpão clandestino de desmanche de veículos na zona Leste de Joinville – Foto: 8º BPM/Divulgação/NDOperação identificou um galpão clandestino de desmanche de veículos na zona Leste de Joinville – Foto: 8º BPM/Divulgação/ND

Uma guarnição do 8º Batalhão de Polícia Militar estava realizando rondas na área quando desconfiou de um galpão aparentemente fechado, porém com as luzes acesas. Esse detalhe levou os policiais a realizarem uma abordagem, que revelou uma operação de desmanche de veículos em pleno funcionamento.

No interior do galpão, os agentes flagraram três homens desmontando um Chevrolet Ônix, veículo que havia sido furtado na quinta-feira (30). Além disso, foram encontrados outros veículos, incluindo um Hyundai/HB20, um Volkswagen Saveiro e um Fiat Argo, todos com registro de furto.

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Os três homens envolvidos foram detidos. Entre eles, um de 28 anos estava com um mandado de prisão em aberto expedido pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Joinville, com antecedentes por tráfico de drogas, porte de arma de fogo de uso restrito, roubo e desobediência.

De acordo com a polícia, no interrogatório os detidos alegaram terem sido contratados para desmontar os veículos, mas afirmaram não saber o nome da pessoa que os contratou. A apreensão também incluiu aparelhos celulares e ferramentas utilizadas para o desmanche dos veículos.

Em seu depoimento à polícia, a proprietária do galpão admitiu que alugou o espaço para um indivíduo, cujo nome é o único detalhe que possui, e esclareceu que não recebeu nenhum documento de identificação dele, já que pretendia formalizar o contrato na semana seguinte. Além disso, o pagamento do aluguel foi realizado por meio de PIX em nome de uma mulher.

Todos os envolvidos foram encaminhados para a central de polícia e deverão responder por crimes de receptação, associação criminosa, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e cumprimento de mandado de prisão.

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