A Polícia Civil concluiu as investigações sobre o caso do motorista de aplicativo suspeito de dopar uma passageira durante uma corrida em junho, em Florianópolis.
Jovem afirma que se sentiu mal, após parada para abastecer – Foto: Dan Gold/Unsplash/NDDe acordo com o delegado Luis Felipe Fuentes, não foram encontrados elementos que apontem ter havido crime. Diferente do que foi divulgado inicialmente, a Polícia Civil afirma que a jovem não se jogou do veículo.
“Ela pensou em se jogar, mas o motorista parou e ela desceu do carro”, conta o delegado Luis Felipe Fuentes.
SeguirA passageira procurou a polícia alegando que solicitou uma corrida na manhã do dia 26 de junho, em Florianópolis, e, após parada para abastecer, ela começou a se sentir mal, com tonturas. Foi então que aponta ter notado um gás no interior do veículo.
No mesmo dia, a jovem registrou um boletim de ocorrência na DPCAMI (Delegacias de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso). Na época, o condutor do veículos apontado pela passageira também registrou um boletim de ocorrências por difamação através das redes sociais.