Polícia Civil explica relatos de abordagens a mulheres e crianças em shoppings de Florianópolis

Relatos de abordagens a mulheres e crianças em shoppings de Florianópolis começaram a surgir nas redes sociais durante a semana; polícia acompanha caso, mas tranquilizou a população

Leandra Cruber Florianópolis

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Nesta semana, começaram a circular mensagens e áudios em um aplicativo de mensagem sobre abordagens a mulheres e crianças em shoppings de Florianópolis e outros locais comerciais da região. Os relatos dão conta que um homem, supostamente não brasileiro, se aproximava e perguntava se poderia orar pela família, entregando alguns livros em seguida. Após o contato, uma mulher disse que começou a passar mal e foi atendida por socorristas de um shopping da Capital.

Na foto, logo da Polícia Civil de Santa Catarina, que explica sobre relatos de abordagens a mulheres e crianças em shoppings de Florianópolis. Após repercussão do relato de abordagens a mulheres e crianças em shoppings de Florianópolis, Polícia Civil precisou explicar que, de fato, homem não usa susbtâncias tóxicas nos livros e tranquilizou a população – Foto: PCSC/Divulgação

A mulher chegou a ir em uma delegacia e a falar com a Central de Atendimento do shopping. Nas redes sociais, o relato repercutiu e outras pessoas passaram a comentaram.

“Ontem esse moço abordou meu filho e eu no shopping, peguei o livro depois da oração. Tanto eu como meu filho não sentimos nada anormal”, disse uma mulher.

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“Aconteceu comigo também. Ele orou, me mostrou os livros, eu disse que naquele momento não podia ajudar, mas comecei a puxar conversa. Ele disse que era africano e era missionário. Foi bem tranquilo”, disse um homem”.

Polícia Civil tranquiliza população sobre relatos de abordagens a mulheres e crianças em shoppings de Florianópolis

Após as centenas de mensagens nas redes sociais e da denúncia à Polícia Civil, a organização explicou que o fato está sendo investigado, mas que, neste caso, o homem aborda, de fato, pessoas parar orar e conversar sobre assuntos religiosos. Além disso, não existem indícios de nenhum tipo de susbtância nos livros.