Polícia Civil sequestra mais de R$ 1,1 milhão de investigados por fraudes em licitações em SC

Segundo a investigação, investigados cometeram as fraudes em 2023; o valor foi sequestrado para ficar à disposição da justiça em eventual reparo ao tesouro público

Foto de Geovani Martins

Geovani Martins Florianópolis

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Em uma operação que apura fraudes em licitações em Santa Catarina, a Polícia Civil sequestrou, nesta quarta-feira (30), um valor que ultrapassa R$ 1,1 milhão de investigados. A ação é decorrente do cumprimento de seis mandados de busca e apreensão em Garopaba, na Grande Florianópolis.

2ª fase da Operação Maestro apreendeu valor milionário em Garopaba, em investigação por fraudes em licitações - Foto: PCSC/Reprodução/ND2ª fase da Operação Maestro apreendeu valor milionário em Garopaba, em investigação por fraudes em licitações – Foto: PCSC/Reprodução/ND

Operação Maestro investiga fraudes em licitações

A ação faz parte da segunda fase da Operação Maestro, que investiga fraudes em licitações em todo o estado. O cumprimento dos mandados, segundo a PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina), tem o objetivo de coletar outros elementos que ajudem na investigação.

Os investigados desta segunda fase teriam cometido as fraudes em 2023. O valor sequestrado ficará à disposição da justiça e poderá ser usado para garantir a eventual reparação ao tesouro público.

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1ª fase da operação apreendeu mais de R$ 650 mil em diferentes cidades do estado - Foto: PCSC/Reprodução/ND1ª fase da operação apreendeu mais de R$ 650 mil em diferentes cidades do estado – Foto: PCSC/Reprodução/ND

Mais de 1,7 milhão apreendidos até o momento

Na primeira fase da operação, realizada em agosto, a Polícia Civil cumpriu, em Santa Catarina, mandados de busca e apreensão em Garopaba, Palhoça, Imbituba, Laguna e Forquilhinha, todos na Grande Florianópolis e no Sul do estado.

Na ocasião, aproximadamente R$ 650 mil foram sequestrados em decorrência das investigações de fraudes em licitações. Somando com o valor apreendido na segunda fase, mais de R$ 1,7 milhão já foi colocado à disposição da justiça.

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