Polícia Militar usa bombas para dispersar luau em praia de SP

Luau clandestino acontecia na madrugada desta sexta (1º) na praia de Riviera de São Lourenço, em Bertioga, litoral de São Paulo

Foto de Estadão Conteúdo

Estadão Conteúdo Sorocaba

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Policiais militares usaram bombas de efeito moral para dispersar um luau clandestino que acontecia na badalada praia de Riviera de São Lourenço, em Bertioga, litoral de São Paulo, na madrugada desta sexta-feira (1º). Centenas de jovens se reuniram na praia desde a virada do Ano Novo.

Um decreto da prefeitura proibiu totalmente o acesso às praias do município, incluindo faixas de areia, jardins e calçadões, das 19h do dia 31 às 7h desta sexta-feira.

Polícia Militar usa bombas para dispersar luau em praia de SP. Por decreto da prefeitura, acesso às praias e faixas de areia foi proibido das 19h do dia 31 de dezembro até 7h de 1º de janeiro – Foto: Reprodução/YoutubePolícia Militar usa bombas para dispersar luau em praia de SP. Por decreto da prefeitura, acesso às praias e faixas de areia foi proibido das 19h do dia 31 de dezembro até 7h de 1º de janeiro – Foto: Reprodução/Youtube

Conforme a Polícia Militar, moradores de prédios vizinhos à orla reclamaram da aglomeração, consumo de bebidas alcoólicas e brigas entre os grupos de jovens.

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A PM enviou uma tropa para o local às 5h da manhã. De acordo com o comandante do policiamento, capitão Genivaldo Pereira da Silva Junior, o grande número de pessoas presentes obrigou o uso de bombas de fumaça para dispersar a multidão. Conforme Silva, o grupo se dissolveu sem que houvesse resistência. Ninguém ficou ferido e não houve prisões.

A Associação dos Amigos da Riviera de São Lourenço informou que o luau não é um evento organizado ou coordenado pela entidade.

O encontro de jovens acontece espontaneamente há muitos anos e, ultimamente, tem sido facilitado pelo uso de redes sociais.

Repetidas reclamações sobre bagunça, som alto, brigas e consumo de bebidas, além de substâncias ilícitas, levou a associação a reforçar a vigilância e orientar os moradores sobre a inconveniência da prática, além de pedir apoio às autoridades da segurança pública.

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