Polícia pede prisão preventiva de suspeito de matar a mãe em Joinville

Albertina Schmitz Tasca, de 61 anos, foi encontrada morta no banheiro de casa nesta quarta-feira (6); suspeito segue preso

Luana Amorim Joinville

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A Polícia Civil já solicitou a prisão preventiva do suspeito de ter assassinado a mãe, de 61 anos, com um golpe de mata leão. O autor, de 20 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (6) e está no Presídio Regional de Joinville.

Albertina Schmitz, de 61 anos, foi encontrada morta nesta quarta-feira (6), no bairro Iririú – Foto: Redes Sociais/DivulgaçãoAlbertina Schmitz, de 61 anos, foi encontrada morta nesta quarta-feira (6), no bairro Iririú – Foto: Redes Sociais/Divulgação

O corpo de Albertina Schmitz Tasca foi encontrado nesta quarta, na casa onde morava, no bairro Iririú, zona Leste da cidade, após a família desconfiar sobre o paradeiro da idosa. Ela teria sido morta no sábado (2), após uma briga com o suspeito.

Após a morte, Leonardo Schmitz Tasca chegou a levar amigos para beber na casa no fim de semana. Albertina estava trancada no banheiro durante o encontro.

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“Ele deixou ela trancada e durante o fim de semana levava pessoas para tomar bebida em casa. Contou com detalhes e falou que não imaginava que iria matá-la, mas não acredito em arrependimento, tanto que curtiu o fim de semana com os amigos com a mãe morta no banheiro. Não demonstrou remorso algum e confessou o crime de maneira bem tranquila”, conta o delegado Roberto Patella.

O jovem também teria levado duas televisões e o carro da mãe.

Autor será indiciado por feminicídio

O filho da vítima foi preso em flagrante, próximo ao um cemitério. Além dele, outros dois adolescentes chegaram a ser detidos, mas foram liberados após prestar depoimento.

O jovem deve ser indiciado por feminicídio qualificado por motivo fútil majorado pela idade da mãe e, além disso, por furto qualificado por abuso de confiança e por se tratar de uma vítima idosa.

“O feminicídio foi enquadrado pela morte ter ocorrido mediante violência doméstica familiar. Além disso, pelo enredo, o fato dela ser mulher pode ter facilitado a ação”, explica o delegado.

O caso, agora, será encaminhado à Delegacia de Homicídios, que prosseguirá com as investigações. Albertina foi sepultada na manhã desta quinta-feira (7) no Cemitério Vertical.

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