As buscas por duas pessoas que teriam furtado mais de R$ 2 milhões seguem em Criciúma. O valor teria sido levado logo após maior assalto a banco de Santa Catarina que levou terror a cidade do Sul do Estado em novembro de 2020. A investigação da Polícia Civil de Criciúma busca identificar os suspeitos.
“Seguimos na busca pelos suspeitos”, destaca o delegado responsável pelo caso, Carlos Emílio.
A investigação segue ocorrendo na 1ª Delegacia de Polícia (DP). Imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas. A divulgação dessas imagens poderia auxiliar na identificação, porém não pode ser realizada devido a Lei de Abuso da Autoridade.
SeguirCada uma das duas pessoas, teria levado cerca de R$1,2 milhões. As notas eram no valor de R$20 e estavam em fardos de R$600 mil cada uma.
Agência do Banco do Brasil foi palco do maior assalto a banco de Santa Catarina – Foto: Foto: Anderson Coelho/Arquivo/NDMalotes deixados por assaltantes
Após o maior assalto a banco de SC, os bandidos deixaram um rastro de dinheiro e malotes ao redor do Banco do Brasil. Diversas pessoas aproveitaram a oportunidade para pegar os valores deixados.
Logo na sequência do ocorrido foram recuperados de R$600 a R$800 mil. As pessoas que levaram esses valores foram identificadas e respondem judicialmente pelo furto.
‘Novo Cangaço’ é utilizado em assalto nesta segunda-feira (30)
O assunto do assalto ao Banco do Brasil voltou a circular, após bandidos utilizarem as mesma forma de operação em assalto nesta segunda-feira (30). A cidade de Araçatuba, no interior de São Paulo, foi o alvo da ação.
Da mesma forma que em Criciúma, caminhões foram incendiados, pessoas feitas de refém e o terror assolou a cidade. Esse estilo de assalto é conhecido como ‘novo cangaço’.
Em Criciúma, a estimativa é que tenham sido roubados cerca de R$130 milhões de reais. Ao menos 16 pessoas já foram indiciadas por participação no crime e 15 já estão presas.
Participaram do crime, em Criciúma, cerca de 30 pessoas e foram utilizados 10 carros de luxo. Logo após a ação foram identificados um galpão em Içara utilizado para a pintura dos veículos e uma casa em Três Cachoeiras (RS) que serviu de apoio à fuga dos bandidos.