Menina ‘desaparece’ em Porto Belo, caso viraliza em grupos e desfecho da história é curioso

Polícia Civil alerta para o compartilhamento de informações nas redes sociais.

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Viralizou nesta terça-feira (15) em grupos de WhatsApp e nas redes sociais, o suposto caso de uma criança desaparecida no bairro Perequê em Porto Belo, no Litoral Norte.

Segundo informações da Polícia Civil da cidade, a mãe da garota estava em casa, com a filha e uma colega, deixou as meninas para atender uma ligação e quando voltou perguntou onde estava sua filha.

A resposta da colega teria sido de que a criança saiu caminhado em direção à rua. Desesperada, a mãe foi procurar pela filha, e vizinhos acionaram a Guarda Municipal e a Polícia Militar.

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“Desaparecimento” de criança viralizou em grupos de WhatsApp de Porto Belo – Foto: Pixabay – Divulgação/ND“Desaparecimento” de criança viralizou em grupos de WhatsApp de Porto Belo – Foto: Pixabay – Divulgação/ND

Em tantos comentários, surgiu entre a vizinhança a história de que um carro na cor prata foi visto distribuindo balas e doces para as crianças da região.

História bastante parecida a de muita gente na infância, e talvez a primeira “fake news” ouvida por quase todo mundo.

Ainda durante, a tarde, a delegada Luana Backes e agentes da Polícia Civil estiveram na residência, conversaram com a mãe da criança que, nervosa, acabou confirmando a história do carro prata.

Desesperados e na tentativa de ajudar, pessoas espalharam fotos da menina nas redes sociais e em grupos de pais que, em sua maioria trabalhando, passaram por momentos tensos, distantes dos filhos.

Então, surge o desfecho surpreendente da história: enquanto a delegada Luana conversava com a mulher, a garota saiu da casa, procurando pela mãe. Disse que estava dormindo e com a movimentação acabou acordando.

Como a amiga disse que a menina havia saído de casa, a mãe chegou a acreditar que a filha havia se perdido ou quem sabe acontecido algo pior. A idade da criança não foi divulgada.

Alerta

A Polícia Civil alerta para os cuidados com o compartilhamento de informações em redes sociais que possam gerar clamor público e pânico na comunidade.

É claro que nesse caso, a intenção é boa e de ajudar, mas atenção e cuidado nunca é demais.