Prédio onde houve incêndio em São José passa por perícia

Morador foi levado ao Hospital Regional de São José, com queimaduras no rosto e na mão; moradores voltaram ao edifício na tarde desta terça-feira

Redação ND Florianópolis

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Após uma perícia feita no prédio em que ocorreu um incêndio, em São José, na Grande Florianópolis, os moradores retornaram ao local, horas após a ocorrência, nesta terça-feira (3).

Segundo o Tenente Pedro de Paula, do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, que verificou o local à tarde, não houve grandes danos estruturais aparentes, sendo a fumaça o maior problema.

Prédio onde houve incêndio em São José passa por períciaHomem precisou ser socorrido pelos bombeiros após incêndio em edificação – Foto: Pista Limpa/Divulgação/ND

O morador, um homem que tinha por volta de 50 anos, foi levado ao Hospital Regional de São José, com queimaduras no rosto e na mão, mas sem problemas graves ou comprometimento.

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Coluna de fumaça era visível da Via Expressa

O prédio fica no bairro Campinas, próximo ao viaduto do bairro Chico Mendes. A fumaça era visível por quem passava pela Via Expressa – o trecho mais movimentado da BR-282, que liga a Ilha de Santa Catarina à BR-101.

O fogo havia tomado a sala, cômodo que ficava separado do quarto por um corredor, impedindo a saída do morador, sendo a parte que teve mais danos.

Conforme os bombeiros, o sistema preventivo contra incêndio evitou maiores danos.

Laudo deve sair em 30 dias

Apesar disso, os problemas estruturais também não ocasionaram, por exemplo, a queda do reboco de uma das paredes do cômodo, apesar da intensidade da fumaça, o que preocupou vizinhos.

A investigação, que conta com um perito e um investigador de incêndio, terá até 30 dias para apontar as causas do incêndio. As chamas não chegaram a atingir outros apartamentos.

Ao ND+, o tenente Marco Aurélio Massarani, comandante de área do 1º e do 10º Batalhão do Corpo de Bombeiros, afirma que na ocasião foram ouvidos “gritos de um senhor que estava no apartamento. Iniciou então o controle das chamas, abrindo um caminho no corredor para que a vítima pudesse passar em segurança. O homem sofreu queimaduras de segundo grau e foi socorrido ao hospital”.

É ressaltado, pela corporação, que se deve fechar as janelas antes de dormir, o que pode evitar a propagação de fogo e fumaça, e acordar o morador com um prazo maior de tempo, dando mais fôlego à chamada dos bombeiros e às ações.

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