Preso em Florianópolis, youtuber Raulzito é indiciado por estupro de menores

Influenciador foi preso em julho após ser acusado de abusar de duas crianças e novas denúncias surgiram após a divulgação dos crimes

Redação ND Florianópolis

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Preso no dia 27 de julho em Florianópolis, o influencer Raulino de Oliveira Maciel, conhecido popularmente como Raulzito, foi indiciado por estupro de menores. Ele é acusado pela DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima) de agir contra duas crianças no Rio de Janeiro.

Raulzito foi indiciado e teve a prisão preventiva solicitada – Foto: Reprodução/InternetRaulzito foi indiciado e teve a prisão preventiva solicitada – Foto: Reprodução/Internet

Segundo informações do portal R7 e da Record TV Rio, o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público pela Polícia Civil. No documento, o órgão de investigação pede a prisão preventiva do youtuber, por entender que ele representa risco à sociedade e para garantir a aplicação da lei.

A prisão

“Raulzito” morava em São Caetano do Sul, no Estado de São Paulo, e deixou sua casa um dia antes da prisão ser decretada. Os policiais viajaram por 14 horas até Florianópolis, onde o youtuber foi encontrado e a polícia efetuou sua prisão temporária. 

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O mandado de prisão preventiva havia sido expedido pela 4 ª Vara Criminal de Niterói. Os crimes foram investigados pela polícia do Rio de Janeiro, onde as denúncias foram feitas.

Outras vítimas foram encontradas após a prisão do abusador: três na Paraíba, três em São Paulo e uma em Santa Catarina. O inquérito é sigiloso e protege a identidade dos denunciantes e qualquer ato de abuso praticado pelo youtuber deve ser denunciado à polícia.

Quem é “Raulzito”

Raulino de Oliveira Maciel é conhecido no meio digital, principalmente entre os “gamers”. O canal no YouTube tinha mais de 145 mil inscritos e contava com vídeos frequentes sobre videogames e desafios com a presença de crianças, que eram seu público-alvo.

A conta foi encerrada por violar as diretrizes da comunidade do YouTube. A investigação policial destacou que o influenciador “forçava contato com as crianças e lhes prometia acesso a trabalhos em sua área de atuação, alegando, inclusive, ser contratado de uma grande emissora de TV”.

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