Preso suposto mandante de execução de empresário em Land Rover em Balneário Camboriú

Suposto mandante de execução devia R$ 60 mil à empresário morto em Land Rover de Balneário Camboriú, aponta polícia

Foto de Grazielle Guimarães

Grazielle Guimarães Itajaí

Receba as principais notícias no WhatsApp

Suposto mandante da execução do empresário Marcos Antônio Serpa, de 37 anos, em uma Land Rover, no último dia 29 de janeiro em Balneário Camboriú, Litoral Norte de Santa Catarina, foi preso pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (9).

Imagem mostra movimentação após execução em land rover de Balneário CamboriúExecução ocorreu durante o dia no Centro de Balneário Camboriú, em Land Rover – Foto: Reprodução/ND

De acordo com as investigações policiais, o suposto mandante da execução devia ao empresário cerca de R$ 60 mil. Serpa fazia agiotagem e estava ameaçando o suspeito para que lhe pagasse a dívida.

Diante desse imbróglio, o suspeito, de 27 anos, contratou dois homens para executar Serpa, em uma emboscada na rua 901, Centro de Balneário Camboriú.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

A operação da DIC (Divisão de Investigação Criminal) da Polícia Civil contou com apoio da Polícia Militar e cumpriu o mandato de prisão e dois de busca e apreensão.

A ação contou com o apoio da Polícia Civil do Paraná, foi realizada nas cidades de São José dos Pinhais (PR) e de Andirá (PR), resultando na apreensão de um aparelho celular e na prisão do suposto mandante do crime.

A investigação, que conta com a fundamental colaboração da Polícia Militar de Santa Catarina, continua com a análise do material apreendido para identificação dos demais envolvidos no crime.

Execução em Lad Rover em Balneário Camboriú

A execução aconteceu na rua 901, no Centro de Balneário Camboriú, onde o corpo foi encontrado dentro da Land Rover, bem em frente ao prédio que Serpa morava.

Veja momento da prisão de mandante da execução – Vídeo: Polícia Civil/Reprodução

De acordo com a Polícia Militar, ele já tinha passagens policiais e atuava como agiota, utilizando-se de violência ou graves ameaças para cobrar os clientes.

Ele estava sozinho no carro em frente ao prédio onde morava, onde foi abordado pelos dois autores e levou ao menos três tiros na cabeça.