Professor é investigado em casos de estupro de crianças em creches de Itajaí e Camboriú

Pais de crianças de Itajaí, onde homem trabalhou por 8 meses, formalizaram denúncias de abuso sexual que são investigadas pela DPCAMI da cidade

Foto de Grazielle Guimarães

Grazielle Guimarães Itajaí

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Após a investigação de suposto abuso sexual contra uma criança em uma creche de Camboriú, Litoral Norte de Santa Catarina, pais de duas crianças em Itajaí também denunciaram o profissional suspeito de ter cometido os atos. Em Itajaí, ele atuou como professor por 8 meses, e saiu após ser aprovado em processo seletivo para assistente educacional em Camboriú.

Os pais procuraram a secretaria de Educação em Itajaí, que orientou as famílias a procurar o Conselho Tutelar. A DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso) apura as denúncias que correm sob segredo de justiça.

Estagiário é suspeito de abusar sexualmente crianças em creches de Itajaí e Camboriú – Foto: Pixabay/Ilustrativa/Reprodução/NDEstagiário é suspeito de abusar sexualmente crianças em creches de Itajaí e Camboriú – Foto: Pixabay/Ilustrativa/Reprodução/ND

Ainda de acordo com a Educação de Itajaí, trata-se de suspeitas, nada concreto, as denúncias surgiram após o suposto caso de abuso sexual em Camboriú, onde o suspeito atuou por dois dias.

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Caso de Camboriú

A Polícia Civil de Camboriú investiga um suposto abuso sexual contra uma criança. O caso veio à tona na última sexta-feira (5) e teria acontecido em uma creche municipal. A suspeita é que o abusador seria um assistente educacional.

A família da criança fez um boletim de ocorrência, que teve um inquérito policial instaurado ainda na sexta-feira. A secretaria de Educação do município foi acionada e teria afastado o suspeito.

Os professores que trabalham diretamente com a criança, vítima do abuso, devem ser ouvidos pela polícia. O Conselho Tutelar também foi acionado para acompanhar o caso e o Judiciário deve auxiliar com a escuta especializada da criança.

“Casos dessa natureza exigem cautela, tanto com a vítima quanto ao relação ao tratamento dado às provas que surgem”, explica a Polícia Civil. Não há informações sobre outras denúncias de abuso na mesma escola. A escola foi acionada na quarta-feira (3) e afastou o suspeito das atividades.

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