‘Sem acreditar’, tia detalha acidente com extensão que matou menina de 4 anos em Criciúma

Criança brincava com o irmão e o primo na rua quando sofreu o acidente

Foto de Richard Vieira

Richard Vieira Criciúma

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Dias após a morte de Heloísa Leriano Campos Godoi, de 4 anos, a família revela ainda estar sem chão e sem acreditar na tragédia. A garota morreu no sábado (4) após sofrer um choque elétrico, em Criciúma, no Sul catarinense.

Tia detalha acidente com extensão que matou menina de 4 anos em Criciúma – Foto: Arquivo pessoal/Divulgação/NDTia detalha acidente com extensão que matou menina de 4 anos em Criciúma – Foto: Arquivo pessoal/Divulgação/ND

Segundo a tia Estela Leriano, a menina brincava na rua com o irmão, de 8 anos, e o primo, quando encostou em uma extensão e ocorreu o acidente. O caso foi registrado no bairro Vila Francesa.

“O pai dela estava fazendo uma reforma em casa e utilizava uma extensão para poder ligar o equipamento necessário na rua. A extensão estava desocupada, mas ligada à energia. Não sabemos como e o que ela encostou pra tomar o choque”, contou ao ND+.

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Conforme Estela, a família sabe que foi um choque elétrico, porque o irmão tentou ajudar e também sentiu a descarga. “Ele, então, correu, tirou a extensão da tomada e gritou pelo pai”, revelou.

Heloísa chegou a ser levada para o hospital pelos pais, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A tia contou ainda que a menina era um “anjinho” e os médicos tentaram reanimar durante uma hora. “Estamos sem chão e sem acreditar”.

Investigação

O delegado Fernando Possamai, responsável pela Dpcami (Delegacia de Proteção da Criança, Adolescente, Mulher e Idoso) de Criciúma, informou que um inquérito será formalizado para investigar as causas e circunstâncias da morte.

“Aguardaremos os laudos do IML para confirmar a causa da morte e o laudo pericial do local dos fatos com relação ao instrumento que ocasionou a descarga elétrica; além da necessidade da colheita das declarações dos pais e eventuais testemunhas dos fatos (caso existentes), dentro do prazo máximo de 30 dias”, explicou.

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