Setor funerário de Chapecó é alvo de operação e empresários são presos

A operação Cortejo investiga extorsão e monopólio no setor funerário de Chapecó com uso de armas e controle de concorrência; entenda

Foto de Valeria Cenci

Valeria Cenci Chapecó

Receba as principais notícias no WhatsApp

A operação Cortejo investiga supostos crimes no setor funerário de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) deflagou a ação nesta quinta-feira (28).

A operação Cortejo investiga setor funerário de Chapecó.A operação Cortejo investiga extorsão e monopólio no setor funerário de Chapecó com uso de armas e controle de concorrência. – Foto: Gaeco/Reprodução

O trabalho do Gaeco resultou na prisão preventiva de dois empresários e no cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão em Chapecó e no município de Nova Erechim.

As investigações apontam práticas graves, como extorsão com uso de armas de fogo, formação de organização criminosa e tentativa de controlar o mercado funerário por meio de monopólios, disse o Gaeco.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Empresários do setor são acusados de eliminar a concorrência, impedir novos prestadores de serviços e manipular preços, o que prejudicou as famílias que necessitam de serviços funerários.

Setor funerário de Chapecó é alvo de operação

A operação começou na tarde de quarta-feira (27) e foi concluída na manhã desta quinta, com ordens judiciais expedidas pela 2ª Vara Criminal e pela Vara Regional de Garantias de Chapecó.

Residências e sedes de empresas investigadas foram alvos de buscas.

Segundo o Gaeco, a falta de concorrência no setor pode levar a preços abusivos e serviços de qualidade inferior, em um processo que agrava o sofrimento das famílias enlutadas.

A operação busca garantir um mercado mais justo, eliminando práticas ilegais e promover a livre concorrência no setor funerário.

A investigação é conduzida em sigilo e conta com apoio da Polícia Científica que acompanha o caso para auxiliar na apuração de provas. Devido ao sigilo, os nomes das funerárias não foram divulgados.

O Gaeco informou que o nome da operação, “Cortejo”, faz alusão à dignidade necessária ao serviço funerário.

  • 1 de 9
    A operação busca garantir um mercado mais justo, eliminando práticas ilegais e promover a livre concorrência no setor funerário. - Gaeco/Reprodução
    A operação busca garantir um mercado mais justo, eliminando práticas ilegais e promover a livre concorrência no setor funerário. - Gaeco/Reprodução
  • 2 de 9
    O Gaeco informou que o nome da operação, “Cortejo”, faz alusão à dignidade necessária ao serviço funerário. - Gaeco/Reprodução
    O Gaeco informou que o nome da operação, “Cortejo”, faz alusão à dignidade necessária ao serviço funerário. - Gaeco/Reprodução
  • 3 de 9
    Residências e sedes de empresas investigadas foram alvos de buscas. - Gaeco/Reprodução
    Residências e sedes de empresas investigadas foram alvos de buscas. - Gaeco/Reprodução
  • 4 de 9
    Segundo o Gaeco, a falta de concorrência no setor pode levar a preços abusivos e serviços de qualidade inferior, em um processo que agrava o sofrimento das famílias enlutadas. - Gaeco/Reprodução
    Segundo o Gaeco, a falta de concorrência no setor pode levar a preços abusivos e serviços de qualidade inferior, em um processo que agrava o sofrimento das famílias enlutadas. - Gaeco/Reprodução
  • 5 de 9
    Empresários do setor são acusados de eliminar a concorrência, impedir novos prestadores de serviços e manipular preços, o que prejudicou as famílias que necessitam de serviços funerários. - Gaeco/Reprodução
    Empresários do setor são acusados de eliminar a concorrência, impedir novos prestadores de serviços e manipular preços, o que prejudicou as famílias que necessitam de serviços funerários. - Gaeco/Reprodução
  • 6 de 9
    O trabalho do Gaeco resultou na prisão preventiva de dois empresários e no cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão em Chapecó e no município de Nova Erechim. - Gaeco/Reprodução
    O trabalho do Gaeco resultou na prisão preventiva de dois empresários e no cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão em Chapecó e no município de Nova Erechim. - Gaeco/Reprodução
  • 7 de 9
    A operação começou na tarde de quarta-feira (27) e foi concluída na manhã desta quinta, com ordens judiciais expedidas pela 2ª Vara Criminal e pela Vara Regional de Garantias de Chapecó. - Gaeco/Reprodução
    A operação começou na tarde de quarta-feira (27) e foi concluída na manhã desta quinta, com ordens judiciais expedidas pela 2ª Vara Criminal e pela Vara Regional de Garantias de Chapecó. - Gaeco/Reprodução
  • 8 de 9
    As investigações apontam práticas graves, como extorsão com uso de armas de fogo, formação de organização criminosa e tentativa de controlar o mercado funerário por meio de monopólios, disse o Gaeco. - Gaeco/Reprodução
    As investigações apontam práticas graves, como extorsão com uso de armas de fogo, formação de organização criminosa e tentativa de controlar o mercado funerário por meio de monopólios, disse o Gaeco. - Gaeco/Reprodução
  • 9 de 9
    A investigação é conduzida em sigilo e conta com apoio da Polícia Científica que acompanha o caso para auxiliar na apuração de provas. Devido ao sigilo, os nomes das funerárias não foram divulgados. - Gaeco/Reprodução
    A investigação é conduzida em sigilo e conta com apoio da Polícia Científica que acompanha o caso para auxiliar na apuração de provas. Devido ao sigilo, os nomes das funerárias não foram divulgados. - Gaeco/Reprodução

Sobre o Gaeco

O Gaeco é uma força-tarefa composta por diversas instituições, incluindo Ministério Público, Polícia Civil, Polícia Militar, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros. Seu foco é identificar e combater organizações criminosas em Santa Catarina.

Tópicos relacionados