O soldado manezinho Luiz Fernando de Oliveira, de 35 anos, bem quisto em sua comunidade, foi morto por um bandido de Telêmaco Borba, no Paraná, que havia recebido o benefício da liberdade provisória dada por uma lei ou autoridade benevolente.
Sondado Luiz Fernando de Oliveira – Foto: Arquivo famíliaIsso causou uma revolta muito grande em todos, menos nas pessoas ligadas a grupos de direitos humanos que já haviam manifestado indignação por morrerem, nesses confrontos, mais criminosos do que policiais.
Bandido só deveria receber liberdade provisória mediante o uso de tornozeleira paga pelo próprio bandido. Além disso, por ser considerado vítima da sociedade, o criminoso deveria ser confinado na cidade cuja sociedade o vitimou.