Imagens divulgadas pela PCGO (Polícia Civil de Goiás) apontam que Amanda Partata é a suspeita de envenenar mãe e filho. Ela teria adicionado uma substância tóxica em um suco, no mesmo dia em que teria cometido o crime, que aconteceu no domingo (17).
Mulher é vista comprando alimentos momentos antes de supostamente matar familiares de ex-namorado – Foto: PCGO/Divulgação/NDSegundo informações da PCGO, o material adicionado é mortal e é facilmente diluído no líquido. Apesar dessas informações, até a manhã desta sexta-feira (22), não foram divulgadas quais substâncias foram utilizadas para envenenar mãe e filho.
As imagens da PCGO apontam que a suspeita compra alimentos e um suco de uva. Segundo informações do portal Metrópoles, o delegado responsável pelo caso afirma que as compras foram realizadas em um empório do Setor Marista.
SeguirEntre os alimentos comprados estão: pão de queijo, biscoitos, suco e bolos no pote. Ainda conforme a polícia, após as compras, Amanda voltou ao hotel em que estava hospedada, antes de ir até a residência da família do ex.
Polícia acredita que suspeita de envenenar mãe e filho se sentia rejeitada
Durante uma coletiva de imprensa com a PCGO nessa quinta-feira (21), o delegado afirmou que o crime foi cometido após a rejeição de Amanda, após o fim do relacionamento com o filho de Leonardo.
O namoro teria durado cerca de um mês e meio teve fim em julho. De acordo com o delegado, a intenção dela era matar qualquer pessoa que consumisse os alimentos.
A Polícia Científica está apurando qual foi a substância usada no envenenamento das vítimas. Com isso, cerca de 300 pesticidas estão sendo analisados para identificar a substancia tóxica.
Quem é Amanda?
A suspeita é advogada, mas se apresenta como psicóloga nas redes sociais. Ela foi presa na quarta-feira (20), em uma clínica psiquiátrica de Goiânia e, segundo o delegado, ela foi internada no local após tentar tirar a própria vida.
Ao prestar depoimento, Amanda ficou em silêncio. Mas, na segunda conversa, ela negou os crimes sem demonstrar sentimentos, conforme apontou o investigador.
A mulher deve responder por duplo homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e envenenamento.
O delegado afirmou que Amanda criou seis perfis falsos nas redes sociais com o objetivo de ameaçar o ex e os familiares. Ela ainda fazia ameaças a si própria para não chamar atenção.
Suposta gravidez falsa
Após o término ela ainda teria afirmado que estava grávida. Porém, segundo o delegado, Amanda não apresenta gravidez. Ele diz que a notícia foi compartilhada pela defesa dela e que foi permitido que fosse dito durante a coletiva de imprensa.
Apesar disso, a polícia não sabe informar se ela inventou e forjou exames para comprovar uma gravidez ou, se de fato, estava grávida de verdade. Mas, a família do ex de Amanda, fez um chá de revelação.
O delegado afirma que após tomar café com o ex-sogro, ela foi alertada sobre os sintomas iniciais e pediu que ela procurasse um médico, já que estava grávida. Mas, ela teria ido à sua cidade natal, Itumbiara e só procurou um hospital após a notícia da morte do ex-sogro.
*Com informações do Metrópoles