Suspeito de venda ilegal de arma de fogo para o RJ é preso preventivamente em Garuva

Além da prisão do suspeito, quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Garuva e Joinville, sendo dois em cada cidade

Marcos Jordão Florianópolis

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Um homem foi preso preventivamente nesta quarta-feira (7), em Garuva, no Norte de Santa Catarina, por suspeita de venda ilegal de arma de fogo para o Rio de Janeiro.

Imagem mostra viatura na cor preta da polícia civil onde é possível ler draco no vidro traseiro em uma rodovia. o céu aparece com muitas nuvensViatura da Draco durante cumprimento de busca e apreensão em Santa Catarina – Foto: PCSC/Divulgação/ND

O delegado Antônio Seixas Joca, titular da Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas) da Deic (Delegacia de Investigações Criminais), informou que o homem, 31 anos, já estava com o mandado de prisão preventiva decretado em razão da investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Os agentes catarinenses realizaram quatro mandados de busca e apreensão em Garuva e Joinville, sendo dois em cada município.

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A ação faz parte do cumprimento de mandados emitidos pelo Juízo Único de Mangaratiba (RJ) na 2ª fase da Operação Patrone.

Segundo informações da Agência Brasil, no total, seis mandados de prisão e 10 de busca e apreensão contra os suspeitos de tráfico de armas foram cumpridos em Santa Catarina e no Paraná. Até as 8h10 da manhã desta quarta-feira, cinco pessoas já tinham sido presas.

Os alvos da segunda fase da operação seriam parte de uma organização criminosa que transportava armamento para o Rio de Janeiro.

Primeira fase da operação

A primeira fase da operação Patrone aconteceu em 13 de outubro deste ano e resultou na prisão de quatro pessoas suspeitas de transportar um fuzil e uma pistola de Santa Catarina para o estado do Rio.

A partir dessa investigação, a Polícia Civil identificou que um dos suspeitos era foragido do Paraná e vivia no Rio de Janeiro com identidade falsa. Ele é apontado pela polícia como o chefe da quadrilha especializada na venda de drogas na região de Pontal do Paraná.

Ainda conforme informações da Agência Brasil, também foram identificados fornecedores de armas e munições do grupo criminoso e outros integrantes da quadrilha especializada na venda de drogas no Paraná.

Uma suspeita atuaria como laranja para o grupo, abrindo contas bancárias e usando uma empresa de exportação de grãos em Itaguaí (RJ), com o objetivo de lavar dinheiro.

A ação desta quarta-feira contou com o apoio dos policiais civis do Paraná e de Santa Catarina.

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