Suspeito em caso de estupro é agredido até a morte por 10 pessoas em Itajaí

Grupo teria invadido a kitnet e agredido com pedaços de madeira o suspeito, de 36 anos, que foi encontrado morto

Foto de Nathalia Fontana

Nathalia Fontana Itajaí

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Um homem foi encontrado morto dentro de uma kitnet no bairro da Murta, em Itajaí, Litoral Norte de SC, no final da tarde desta quarta-feira (10). Posteriormente, ele foi identificado como um suspeito de um crime de estupro ocorrido na cidade.

Grupo teria invadido kitnet e espancado homem até a morte – Foto: Polícia Militar/Reprodução/NDGrupo teria invadido kitnet e espancado homem até a morte – Foto: Polícia Militar/Reprodução/ND

A Polícia Militar foi acionada por volta das 18h50 para atender a ocorrência. No local, o homem foi encontrado caído no chão, aparentemente em óbito. Ao redor dele, havia diversos pedaços de madeira com manchas de sangue.

A suspeita da PM é que os itens tenham sido usados contra a vítima. O Corpo de Bombeiros Militar e o SAMU foram acionados e constataram o óbito.

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Testemunhas relataram aos policiais que cerca de dez pessoas teriam invadido a kitnet e espancado o homem, de 36 anos. Mais tarde, ele foi identificado como um suspeito de um crime de estupro ocorrido em Itajaí, com mandado de prisão ativo.

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    PM ainda não identificou envolvidos no homicídio - Polícia Militar/Reprodução/ND
    PM ainda não identificou envolvidos no homicídio - Polícia Militar/Reprodução/ND
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    Corpo de Bombeiros e SAMU atestaram o óbito da vítima - Polícia Militar/Reprodução/ND
    Corpo de Bombeiros e SAMU atestaram o óbito da vítima - Polícia Militar/Reprodução/ND

Suspeito em caso de estupro possuía outras passagens policiais

A vítima era natural de Itacoatiara, no Amazonas, e possuía passagens policiais. A Polícia Civil e a Polícia Científica também estiveram no local. A PM atua agora em buscas pelos suspeitos do homicídio, e até às 22h de quinta-feira nenhum dos possíveis autores havia sido localizado.

“Reforçamos o policiamento na região do homicídio e estamos abordando e qualificando o máximo de pessoas possível, mas por enquanto nenhum autor identificado”, informou o comandante Ciro Adriano da Silva, do 1° Batalhão de Polícia Militar.

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