Suspeitos de agredir a equipe da NDTV Record podem responder a quatro crimes

Três homens foram identificados pela agressão ao repórter Ronaldo Daros e ao operador de câmera Ricardo Alves na noite de sábado (15)

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Redação ND Joinville

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Os três suspeitos já identificados de agredir a equipe de reportagem da NDTV Record de Joinville na noite de sábado (15) podem responder por quatro crimes, além de contravenção penal.

Parte da frente do carro foi totalmente destruída pelos agressores – Foto: Ricardo Alves/NDTVParte da frente do carro foi totalmente destruída pelos agressores – Foto: Ricardo Alves/NDTV

O caso aconteceu enquanto o repórter Ronaldo Daros e o operador de câmera Ricardo Alves estavam trabalhando e passaram em frente à Choperia Dona Francisca, na região Central da cidade. Os dois foram agredidos e o carro da emissora foi quebrado.

O delegado Fabio Baja esclarece que Jonathan Borges Pereira, Jakson Fabiano Veiga da Silva e o garçom, identificado como João, podem responder pelos crimes de constrangimento ilegal, vias de fato, duas ameaças de morte, lesão corporal e dano ao patrimônio da empresa. Ele ressalta, ainda, que o primeiro crime foi o de constrangimento ilegal, quando um dos garçons parte para cima do repórter. “Ele partiu para cima para tirar o celular pelo simples fato de o repórter estar filmando, e com razão. Era uma briga, e o vídeo poderia servir de prova depois”, ressalta.

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Os três podem responder por quatro crimes e uma contravenção penal  – Foto: Montagem/DivulgaçãoOs três podem responder por quatro crimes e uma contravenção penal  – Foto: Montagem/Divulgação

O repórter Ronaldo fará exame de corpo de delito na tarde desta segunda-feira (17), assim como a perícia no veículo da empresa, que será realizada nesta tarde. Além de Ronaldo e Ricardo, um representante legal da NDTV Record também prestará depoimento devido ao dano sofrido pela empresa.

“Embora eles sejam de menor potencial ofensivo, a complexidade a conexão de vários crimes, indica a instauração de inquérito policial”, explica o delegado.

Os três suspeitos já foram identificados, mas ainda não se apresentaram à polícia, garante Baja, que deve ouvir os profissionais, testemunhas e os suspeitos.

O inquérito será instaurado nesta segunda-feira e a expectativa é de que seja concluído em duas semanas.

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