Um operação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar de Gaspar resultou na prisão de cinco suspeitos do triplo homicídio registrado em Ilhota em outubro deste ano, quando um homem e seus dois filhos foram mortos a tiros.
Terceiro jovem baleado morreu no hospital de Itajaí após piora no seu estado de saúde, nesta quarta-feira (25) – Foto: Redes Sociais/Divulgação/NDConforme a Polícia Civil, durante a ação foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão. As diligências foram realizadas em vários bairros de Gaspar e Ilhota.
Cerca de 70 policiais atuaram sob o comando do Delegado Paulo Koerich, titular da Comarca de Gaspar, e do Delegado Diogo Bastos Medeiros, responsável pela investigação coordenada com a Delegacia de Ilhota.
SeguirDiversos objetos e materiais que interessam a investigação foram apreendidos pelos policiais.
A ação também contou com o apoio do SAER (Serviço Aeropolicial Policial) e do canil do 10º Batalhão da Polícia Militar de Blumenau.
Pai e filhos foram mortos em tiroteio
No dia 24 de outubro, Pedro Ferreira de Barba, de 55 anos, Deyvid Vinícius Souza de Barba, de 22 anos, e Douglas Samuel Souza Barba, de 25 anos, foram mortos a tiros em Ilhota.
Conforme a polícia, o homem e seus dois filhos estavam em uma propriedade localizada no bairro Boa Vista, negociando a compra de um sítio. Em determinado momento, quatro homens chegaram em duas motos, um teria ficado na rua e os outros três entraram atirando com arma de fogo.
Após o tiroteio, os suspeitos ainda ameaçaram a dona da casa e a trancaram no quarto. Na sequência, fugiram levando o celular da mulher e também o DVR das câmeras de segurança.
Quando o Corpo de Bombeiros Voluntários de Ilhota chegou, duas das vítimas já estavam sem vida.
O corpo de um deles foi encontrado próximo à varanda, com lesões na região da cabeça. Já o segundo estava no sofá, com ferimentos também na cabeça.
A terceira vítima estava em outro cômodo e tinha oito marcas de tiros pelo corpo. O jovem estava bastante agitado e foi encaminhado em estado grave ao Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. Porém, ele não resistiu e teve a morte confirmada no dia seguinte.