Três pessoas são detidas em protestos durante fiscalização em Joinville

Ato ocorreu na manhã de terça-feira (18) no bairro Adhemar Garcia; segundo a PM, um dos manifestantes teria ateado fogo em uma viatura

Redação ND Joinville

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Três pessoas foram detidas durante uma manifestação contra ligações clandestinas de energia elétrica na manhã de terça-feira (18), em Joinville, no Norte do Estado. O caso ocorreu por volta das 11h, no bairro Adhemar Garcia.

Ato ocorreu na manhã desta terça-feira (18) – Foto: Polícia Militar/DivulgaçãoAto ocorreu na manhã desta terça-feira (18) – Foto: Polícia Militar/Divulgação

A manifestação ocorreu durante uma operação da Prefeitura de Joinville e da Celesc que fiscalizava ligações clandestinas de energia elétrica no local, e que contou com a presença da Polícia Militar.

Segundo a PM, o ato seguia pacificamente, porém, em determinado momento, um homem teria ateado fogo em uma viatura da polícia. Além disso, um grupo com cerca de 30 pessoas teria queimado pneus na rua.

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Após o incêndio, o homem teria fugido entre a multidão, momento em que iniciou um tumulto. De acordo com a polícia, durante a confusão, um homem e um adolescente começaram a atirar pedras contra os policiais.

Equipes dos Bombeiros Voluntários também estiveram no local – Foto: Polícia Militar/DivulgaçãoEquipes dos Bombeiros Voluntários também estiveram no local – Foto: Polícia Militar/Divulgação

Para tentar conter a confusão, segundo a polícia, os agentes tiveram que utilizar granadas explosivas para dispersar a multidão. Os suspeitos, então, fugiram e tentaram se esconder em algumas casas próximas ao local, porém foram localizados pela polícia.

Após serem detidos, eles foram encaminhados à Central de Polícia.

Moradores alegam que já tentaram a regularização da área

Em entrevista à NDTV, moradores alegaram que já tentaram junto à prefeitura a regularização da área. Mas, até agora, não receberam respostas.

Segundo a Prefeitura de Joinville, a ação foi de embargos no local. Cerca de 50 moradores foram notificados pela SAMA (Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente) para regularizar as construções que, conforme o Município, estão em uma área de preservação.

Eles terão 30 dias para regularizar a situação, que podem ser prorrogados. Caso isso não ocorra, as famílias poderão ser multadas.

Ainda segundo a prefeitura, toda a ação ocorreu conforme previsto em lei e com orientação da Procuradoria do Município.

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