Os atos de vandalismo em postos de guarda-vidas do Litoral catarinense trazem prejuízos aos contribuintes. Somente em 2019, o Corpo de Bombeiros Militar desembolsou R$ 40 mil para a construção de três novas estruturas que foram alvos de vandalismo.
Por enquanto, neste ano, a corporação estima gastar cerca de R$ 20 mil, uma vez que o levantamento dos danos ainda está em andamento. No dia 26 de maio, o posto de guarda-vidas localizado na Lomba do Sabão, no Campeche, em Florianópolis, foi um dos alvos.
Atos de vandalismo em postos guarda-vidas trazem prejuízos – Foto: Eduardo Cristófoli/NDAnualmente, o 1º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Florianópolis, gasta mais de R$ 200 mil com a manutenção dos postos guarda-vidas, incluídos a construção de novos (destruídos por vandalismo e pela ação do mar, como ressacas), pintura e pequenos reparos.
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Danos às estruturas
Com a queda das temperaturas, à noite as praias ficam praticamente desertas e essas estruturas ainda mais vulneráveis. Além de pichações, vândalos também têm arrancado portas, janelas e ateado fogo nas estruturas.
Bombeiros pedem que qualquer suspeita ou flagrante seja denunciada à Polícia Militar – Foto: Eduardo Cristófoli/NDA Ilha de Santa Catarina conta com 64 postos guarda-vidas. Hoje, apenas três deles estão funcionando nesta época do ano. Os bombeiros militares realizam rondas constantes nos locais. No entanto, não é o suficiente para coibir o vandalismo.
Por isso, a corporação pede que qualquer suspeita ou flagrante seja denunciada à Polícia Militar.