Contrabando e lavagem de dinheiro: operação da PF desarticula venda ilegal de vinhos em SC

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na cidade de Palhoça, na Grande Florianópolis, na manhã desta quinta-feira (7) por venda ilegal de vinhos estrangeiros

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Redação ND Florianópolis

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Nesta quinta-feira (7) a PF (Polícia Federal) cumpriu mandados de busca e apreensão em Palhoça, na Grande Florianópolis, durante operação que busca identificar uma organização criminosa responsável por importar, transportar, distribuir e fazer a venda ilegal de vinhos estrangeiros.

Venda ilegal de vinhos: na imagem, foto de uma policial federal de costasInvestigados pela venda ilegal de vinho vão responder pelos crimes de contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa – Foto: PF/Divulgação/ND

Venda ilegal de vinhos é alvo de operação da PF em Santa Catarina

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão contra a venda ilegal de vinhos nas cidades de Porto Vera Cruz (RS), Santo Cristo (RS), Três de Maio (RS), Santa Rosa (RS), Palhoça (SC) e Goiânia (GO).

Imagem de uma sirene de políciaDepois que entravam no Brasil, as garrafas eram levadas, armazenadas e distribuídas para Santa Catarina e Goiás – Foto: Reprodução/ND

De acordo com a PF, as investigações iniciaram em 2021, quando cerca de duas mil garrafas de vinho sem comprovação fiscal foram apreendidas. Em seguida, a polícia identificou um grupo criminoso que trazia os itens da Argentina pela região de Porto Vera Cruz, no Rio Grande do Sul.

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Depois que entravam no Brasil, as garrafas eram levadas, armazenadas e distribuídas para Santa Catarina e Goiás. Para isso, os criminosos utilizavam notas fiscais adulteradas, como se os documentos fossem referentes a sucos de vinhos.

Imagem de dois policiais, um homem e uma mulher, da Polícia Federal, de costasDepois que entravam no Brasil, as garrafas eram levadas, armazenadas e distribuídas para Santa Catarina e Goiás. – Foto: Divulgação Polícia Federal/ND

A Polícia Federal informou que os investigados pela venda ilegal de vinho vão responder pelos crimes de contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas que, somadas, podem chegar a até 22 anos de prisão, além do pagamento de multa.