VÍDEO: Quase 200 kg de cocaína são apreendidos no Porto de Itapoá

Esta foi a quarta apreensão realizada pela Receita Federal em 2022, mais de 600 kg de cocaína já foram retidos pelo órgão

Redação ND Joinville

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A Receita Federal apreendeu nesta quarta-feira (1) 170,5 kg de cocaína no Porto de Itapoá, no Litoral Norte de Santa Catarina. A droga estava escondida em quatro bolsas pretas com destino ao Marrocos, na África.

Cocaína apreendida no Porto de ItapoáQuase 200 kg de cocaína são apreendidas no Porto de Itapoá – Foto: Marcelo Thonazelli

As bolsas foram descobertas pelo Setor de Inteligência da Receita Federal. Um alicate de arrombamento tático, foi utilizado para abrir o contêiner. Foi mais uma ação dos agentes da Receita Federal, para combater o tráfico internacional de drogas.

Um reagente químico de cor azul, confirmou que o material apreendido se tratava de pasta-base de cocaína. Os tablets estavam adesivados, uma das marcas que o crime organizado utiliza para identificar o destino da carga.

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Esta foi a quarta apreensão realizada pela Receita Federal neste no porto catarinense. Ao todo, 676,5 kg de cocaína foram retidos pelo órgão em 2022. O método utilizado pelos traficantes foi o rip-on / rip-off, quando o contêiner é aberto sem o conhecimento do exportador, e a droga é ilegalmente introduzida.

Contêineres com bobinas de papel são visados para este tipo de procedimento, pois apresentam espaços vazios em seu interior que permitem o carregamento e descarregamento das mochilas com drogas de maneira mais ágil.

Segundo Clayton Meyer, delegado da Receita Federal, todas as cargas que entram nos portos são escaneadas. Se algo é percebido, fica mais fácil de ser verificada. “Além do trabalho com cães de faro, o trabalho com scanner ajuda bastante. É um trabalho incessante, enquanto a Receita Federal existir, o crime não terá sossego.”

Os traficantes tentam usar o litoral brasileiro como rota para despachar as drogas aos países da Europa e da África. Tanto a logística do crime, quanto a engenharia usada para enganar a fiscalização são conhecidas pela Receita Federal.

* Com informações de Felipe Bambace, repórter da NDTV Joinville

VEJA VÍDEO:

Vídeo: Receita Federal/Divulgação ND

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