Com ondas altas e mar revolto, foi complexa a operação de resgate dos 23 tripulantes do barco pesqueiro Tucano. A embarcação naufragou na noite de segunda-feira (2), no Litoral Norte de Santa Catarina.
A previsão era houvesse a transferência dos 23 tripulantes entre o barco pesqueiro Viviane F para o Navio Balizador Faroleiro Mário Seixas (NBFMarioSeixas), da Marinha do Brasil. Mas a condição do mar, com ondas fortes e altas, não permitiu a manobra.
Com isso, a Marinha do Brasil, que coordenou a ação com apoio de embarcações privadas, optou por seguir com a viagem do Viviane F até a enseada de Porto Belo, para só então finalizar a operação e garantir a chegada dos náufragos em solo.
SeguirPouco antes das 20h de terça-feira, a Marinha do Brasil comunicou a troca de plano. Além disso, informou que o NBFMarioSeixas retornaria a Itajaí, de onde saiu para auxiliar no resgate.
Relembre como foi o naufrágio
O barco “Tucano”, de Itajaí, apresentou problemas e naufragou a 60 milhas (equivalente a 96 quilômetros) da costa de São Francisco do Sul. O incidente ocorreu por volta das 23h de segunda-feira (2).
De acordo com o 5º Distrito Naval, ao tomar conhecimento do fato, a Marinha acionou imediatamente o navio balizador Faroleiro Mário Seixas. Esta embarcação estava atracada em Itajaí e saiu para realizar o resgate das vítimas por volta das 2h da madrugada desta terça-feira (3).