Do ex-presidente estadual da OAB-SC, advogado Amauri Ferreira, sobre violência e falta de segurança na Capital:
Policiamento atrasado ou inexistente, acusa advogado – Foto: Arquivo“Um aviso em relação à segurança pública, assustadoramente abandonada em nossa cidade e Estado. Um alerta a todos nós, um exemplo do absurdo pretendido pelos defensores de drogas “livres” e aos tais garantistas. Moramos na rua Frei Caneca, 629, no edifício Michelangelo, Agronômica. Um rapaz forte e jovem invadiu nosso prédio pelas 4 horas da manhã. Pulou o muro, quebrou uma porta de vidro do condomínio e ascendeu a um apartamento. Arrombou a porta e, num surto psicótico, visivelmente sob efeito de drogas, dizia estar sendo perseguido por alguém.
A moradora, também idosa, refugiou-se na guarita, enquanto o morador e o porteiro tentavam negociar com o invasor, à espera da polícia! Por milagre o rapaz não agrediu nem matou ninguém.
SeguirA Polícia Militar foi acionada 5 vezes, mesmo que avisada da gravidade extrema do caso. Os policiais chegaram depois de uma hora e justificaram que há apenas 2 viaturas para atender toda área do centro da cidade.
A Guarda Municipal também foi acionada mas sequer apareceu.
Os PMs disseram que não poderiam levar o invasor, chamaram o SAMU que também não compareceu. Fizeram o BO e aí encerrou o papel da segurança pública pela qual pagamos.
Não adianta fazer propaganda da alta tecnologia que substituiria a policial. Câmeras de monitoramento servem apenas para identificar os bandidos, não para prevenir crimes de todos os tipos que explodem por aí. Estamos indefesos e reféns dos marginais e criminosos. Foi decretada a falência do Estado, cabendo a nós apenas o direito de pagar impostos.”