Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta anunciou demissão de 11 mil funcionários do Facebook, Instagram e WhatsApp. A notícia bombástica foi deflagrada nesta quarta-feira (9), sendo o maior volume de cortes do grupo até hoje. Esse número de demissões corresponde a 13% da força de trabalho da Meta, controladora das maiores redes sociais do planeta.
Zuckerberg ao anunciar a criação da “Meta”: faturamento superestimado causaram cortes no grupo – Foto: Reprodução/NDNo anúncio, Zuckerberg faz mea-culpa, assumindo que errou ao superestimar o potencial de receita do grupo. “Errei e assumo a responsabilidade”, disse o executivo em comunicado aos funcionários.
“Nossa receita foi muito menor do que o esperado, mas houve também desaceleração macroeconômica e aumento da concorrência”, justificou Zuckerberg.
SeguirOutro gigante da tecnologia digital fez algo parecido na última sexta-feira (4). Naquele dia, o Twitter anunciou a demissão de metade de seu número de funcionários, caindo de 3,5 mil funcionários. Elon Musk, o homem mais rico do mundo – de acordo com a Forbes -, adquiriu a rede social no fim de outubro. A redução do quadro de funcionários foi uma das primeiras medidas desde que o bilionário assumiu o comando.
Meta pela metade
Os números aos quais Zuckerberg se refere causaram a queda do lucro da Meta em 52% no terceiro trimestre de 2022, em relação ao mesmo período de 2021. Ainda assim, o faturamento chegou a “apenas” US$ 4,4 bilhões. Fatores como a estagnação do número de usuários, além da redução do volume de receita com publicidade, seriam a causa.