Fim do mundo está chegando? Estudo revela que a Terra está com os dias contados

Segundo o estudo, o fim do mundo virá após a formação de um supercontinente e o calor extremo atingir a Terra

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Lídia Gabriella Florianópolis

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Será que agora temos a data exata para o fim do mundo? Pode parecer alarmante, mas um estudo publicado pela Universidade de Bristol, na Inglaterra, na Nature Geoscience revelou que o planeta Terra se tornará totalmente inabitável devido aos problemas climáticos daqui 250 milhões de anos.

Estudo revela que fim do mundo está chegando e Terra está com os dias contados – Foto: Freepik/Divulgação/NDEstudo revela que fim do mundo está chegando e Terra está com os dias contados – Foto: Freepik/Divulgação/ND

Conforme indicado no estudo, uma extinção em massa poderá afetar todos os mamíferos da Terra, devido à intensificação das temperaturas extremas.

Esse fenômeno resultará na formação de um único continente, criando um ambiente árido e difícil de habitar.

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Com as temperaturas em ascensão, espera-se que o sol se torne mais brilhante, aquecendo o nosso planeta de forma ainda mais intensa.

Além disso, os processos tectônicos devem se intensificar, levando a mais erupções vulcânicas.

Fim do mundo virá após calor escaldante

Mulher com calorApós o brilho do sol ficar mais excessivo, o mundo tende a ficar inabitável nos próximos 250 milhões de anos – Foto: Freepik/Reprodução/ND

Esses eventos desencadearão uma liberação em grande escala de dióxido de carbono, resultando em um aumento sem precedentes do aquecimento global.

Consequentemente, os mamíferos enfrentarão a extinção devido à escassez de alimentos e água potável, com temperaturas podendo facilmente ultrapassar os 50°C.

Foto do fim do mundoEstudo revela que o fim do mundo pode já ter data – Foto: Freepik/Divulgação/ND

O meteorologista e climatologista Alexander Farnsworth, responsável pelo estudo, alerta que, embora estejamos falando de um futuro distante, as autoridades devem estar atentas aos fenômenos em desenvolvimento.

Uma solução proposta pelo estudo seria alcançar a neutralidade carbônica o mais rápido possível.