A chuva intensa em Palhoça, durante a madrugada desta quinta-feira (17) provocou deslizamento que atingiu uma casa no bairro São Sebastião. “Foi um susto e tanto”, relata o morador Kristian Koester, de 30 anos, ao perceber os estragos.
.”Foi um susto e tanto”, relata o morador Kristian Koester, de 30 anos, ao perceber os estragos – Foto: Ian Sell/NDO morro, ao lado da servidão Altino Martins, cedeu devido à forte chuva durante a madrugada, que interditou a rua e fez uma árvore cair sobre o muro e a fiação elétrica da residência onde ele mora com a esposa, Ana Izabel, e a cunhada, Barbara Amaral.
Apesar do estrago, a família diz se sentir aliviada por não ter havido danos dentro da casa onde moram.
Seguir“Danificou apenas o muro e estamos sem energia, os danos foram pequenos, graças a Deus”, relata Kristian.
O morro ao lado da servidão Altino Martins cedeu devido à forte chuva durante a madrugada, interditou a rua e fez uma árvore cair sobre o muro e a fiação elétrica de uma casa – Foto: Ian Sell/NDA família viu o que tinha acontecido apenas pela manhã enquanto se arrumavam para ir trabalhar, por volta das 7h. Os bombeiros foram acionados para desobstruir a rua e retirar a árvore do local.
Bombeiros foram chamados para retirar a árvore do local – Foto: Ian Sell/NDUma moradora da rua disse que viu só o momento em que a árvore caiu no início da manhã. “Estava tomando café, quando vi a terra deslizando e a árvore caindo bem devagar. Foi um susto”, relata Adriane Fernandes.
Grande volume de chuva
Palhoça é uma das cidades mais afetadas na Grande Florianópolis pelas chuvas durante a noite de quarta-feira (16) e madrugada de quinta-feira (17).
Motoristas enfrentaram problemas na região do Shopping Via Catarina, no bairro Passa Vinte, na manhã desta quinta (17). Várias ruas apresentam acúmulo de água, impedindo a passagem de veículos.
Conforme a Defesa Civil, ao menos outros cinco bairros também apresentam pontos de alagamento, são eles: Pedra Branca, Brejaru, Caminho Novo, Centro e Enseada de Brito.
Na cidade, choveu em 24 horas o esperado para três meses, segundo o coordenador da Defesa Civil municipal, Julio Marcelino.
“Foram registrados 170 mm de chuva. Além da precipitação, coincidiu que às 4h da madrugada deu o pico de maré cheia. Apesar de trabalharmos muito com prevenção, com limpeza de valas, foi muita chuva”, afirma.