Diogo de Souza diogo.souza@ndmais.com.br

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Explosão no Morro dos Cavalos expõe vulnerabilidade na BR-101: o que mais precisa acontecer?

Acidente com explosão no Morro dos Cavalos voltou a mostrar a vulnerabilidade do trecho que não tem hora para ser liberado; o que mais precisa acontecer para que autoridades solucionem o problema?

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Mais um episódio com contornos de tragédia no Morro dos Cavalos, trecho da BR-101, em Palhoça. Trata-se de um acidente e assim será o feito até que um laudo ou uma perícia indique as responsabilidades pelo tombamento do caminhão que explodiu e envolveu cerca de 30 veículos.

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    Acidente no Morro dos Cavalos deixou cinco feridos e 28 veículos incendiados - Alana Linhar/NDTV
    Acidente no Morro dos Cavalos deixou cinco feridos e 28 veículos incendiados - Alana Linhar/NDTV
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    Obras emergenciais pavimentam a pista e removem árvores queimadas - Divulgação/CBMSC/ND
    Obras emergenciais pavimentam a pista e removem árvores queimadas - Divulgação/CBMSC/ND

Mas a gravidade exemplificada na até então tranquila tarde deste domingo (6) mostra a urgência e a necessidade com que a melhoria da travessia, na região, precisa ser encarada.

O trecho divide um dos maiores municípios de Santa Catarina e estrangula um corredor do Mercosul, em uma mescla de trânsito rodoviário e urbano altamente bélico.

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O que mais é necessário acontecer para que uma atitude seja tomada por parte do poder público? Quem vai arcar com o prejuízo material envolvido? E ainda, como ficam as pessoas e os serviços que precisam atravessar o local?

É mais uma vez um problema e um transtorno gerado pela vulnerabilidade do local que, semestre após semestre, contabiliza episódios como esse que interferem diretamente na vida de todo cidadão catarinense e brasileiro.

Há quase um ano a região chegou a ficar 60 horas interrompida em função de deslizamentos de terra.

Pode ser que o evento aumente a celeridade do trâmite burocrático, mas o fato é que estamos diante de um problema sem perspectiva de resolução em curto, médio e até longo prazo.