Uma motociclista de 42 anos, identificada como Vanessa Wilbert, morreu nesta terça-feira (13) após passar 22 dias internada devido a um acidente de trânsito na rua Humberto de Campos em Blumenau, no Vale do Itajaí.
Vanessa Wilbert, de 42 anos, morreu após 22 dias internada devido a um acidente grave envolvendo um carro na rua Humberto de Campos – Foto: Redes Sociais/Divulgação/NDA informação da morte de Vanessa foi repassada por familiares ao ND Mais. Detalhes sobre os cerimoniais de despedida da mulher ainda não foram divulgados.
Motorista de carro que matou Vanessa não foi preso
O acidente que matou Vanessa aconteceu no dia 22 de janeiro deste ano e a mulher estava internada no hospital Santa Isabel desde então. Ela acabou não resistindo a uma parada cardíaca nesta terça-feira (13) pela madrugada.
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Condutor do carro seguia pela contramão de via duplicada, estava bêbado e não foi preso, segundo guardas de trânsito – Foto: GMT/Reprodução/NDSegundo a Guarda Municipal de Trânsito, o acidente aconteceu por volta das 05h da manhã. A vítima pilotava uma Honda Biz, que acabou batendo de frente contra um Citroën C3. O motorista estava embriagado e com garrafas de bebida dentro do carro, segundo os guardas.
Submetido ao teste do bafômetro, o equipamento apontou 0,79 mg de álcool por litro de sangue do motorista. Entretanto, ele não foi preso em flagrante, pois precisou ser encaminhado ao hospital pelo Samu.
À NDTV, a DTCA (Delegacia de Delitos de Trânsito e Crimes Ambientais) informou que abriu um inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato.
Após a confirmação da morte da motociclista, a reportagem do ND Mais fez contato na manhã desta terça-feira (13) com o delegado Isomar Amorim, responsável pela investigação. O investigador revelou que ainda não interrogou o motorista, no âmbito da investigação.
“O motorista do veículo causador do acidente ainda não foi ouvido, por regra o interrogatório do investigado fica por último. Não houve a prisão em flagrante porque a GMT que atendeu o acidente não conduziu o motorista para a CPP ou providenciou custódia para o mesmo no hospital”, disse o delegado.