Motociclista morre após bater contra caminhão de guincho e atropelar motorista na BR-282 em SC

Após colidir com um caminhão de guincho e atropelar o motorista, motociclista é encontrado morto pela equipe de socorro

Foto de Talita Kehl

Talita Kehl Blumenau

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Um motociclista de 43 anos morreu após bater na traseira de um caminhão de guincho e atropelar o motorista do veículo na BR-282, em Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis. O acidente foi atendido pelo Corpo de Bombeiros Militar na noite da sexta-feira (20).

A imagem mostra o local do acidente na BR-282 onde motociclista morreuO acidente na BR-282 envolvia um caminhão e uma motocicleta, no km 107, próximo ao trevo de Alfredo Wagner. – Foto: Divulgação/5° Batalhão de Bombeiros Militar de Bom Retiro/ND

Acidente na BR-282 entre moto e caminhão de guincho

Por volta das 23h10, o 5° Batalhão de Bombeiros Militar de Bom Retiro foi acionado, para atender a ocorrência no km 107 da BR-282. A equipe confirmou que se tratava de uma colisão, seguida de atropelamento, entre uma motocicleta CB300 e um caminhão de guincho.

O SAMU de Alfredo Wagner já se encontrava no local, prestando os primeiros atendimentos ao condutor do guincho, que havia sido atropelado pela motocicleta.

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De acordo com o motorista do caminhão guincho envolvido no acidente na BR-282, o condutor da motocicleta inicialmente colidiu com a traseira do caminhão, que estava parado.

Após a colisão, ele atropelou o motorista, que estava na lateral do veículo, realizando a fixação de um automóvel ao guincho.

Segundo a equipe do SAMU, o condutor foi encontrado sentado no interior do caminhão, aguardando atendimento. Após o atendimento inicial, a equipe transportou a vítima até o hospital.

Motociclista é encontrado morto

Já o motociclista, foi encontrado pela equipe de bombeiros caído na rodovia, já sem sinais de vida.

O motociclista também apresentava traumatismo craniano encefálico (TCE) grave, além de possíveis fraturas.

Após o atendimento das vítimas do acidente na BR-282, a guarnição permaneceu no local realizando a sinalização até a chegada da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Em seguida, o caso foi passado ao IGP (Instituto-Geral de Perícias), que assumiu a investigação.

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