PRF quer encerrar paralisações e bloqueios de caminhoneiros pelo Brasil

Bloqueios tiveram início com as celebrações de 7 de setembro; o órgão, em nota, diz que durante esta quarta-feira (8), outras 67 paralisações de caminhoneiros foram cessadas em todo o Brasil

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Redação ND Florianópolis

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Até às 17h30 desta quarta-feira (8), a PRF (Polícia Rodoviária Federal), informou ao Ministério da Infraestrutura que ainda haviam pontos de paralisação e de bloqueios de caminhoneiros em oito Estados brasileiros, incluindo Santa Catarina.

A Polícia visa cessar todas as concentrações até a madrugada da próxima quinta-feira (9).

Os bloqueios começaram a ser realizados na última terça-feira (7) – Foto: Arquivo Pessoal/NDOs bloqueios começaram a ser realizados na última terça-feira (7) – Foto: Arquivo Pessoal/ND

“A PRF encontra-se em todos os locais identificados e trabalha pela garantia do livre fluxo com a tendência de fim das mobilizações até a 0h do dia 09/09. Importante alertar que a disseminação de vídeos e fotos por meio de redes sociais não necessariamente reflete o estado atual da malha rodoviária”, informou o Ministério da Infraestrutura, em nota.

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Os caminhões também estão fazendo a abordagem de outros veículos de carga. Segundo a pasta, em nenhum dos Estados há o bloqueio total das pistas. Durante o dia, outras 67 ocorrências de manifestações que visavam o bloqueio total ou parcial das rodovias foram contidas.

O movimento vem ocorrendo desde a manifestação em prol do governo brasileiro que ocorreu em diferentes cidades, no dia da independência do Brasil. Os manifestantes pediam pelo fechamento do STF (Supremo Tribunal Federal), e a remoção de ministros, além da intervenção militar.

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, em nota, disse ter “total repúdio” às paralisações. “Trata-se de movimento de natureza política e dissociado até mesmo das bandeiras e reivindicações da própria categoria, tanto que não tem o apoio da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos”, diz a entidade.

Com a assinatura do presidente da empresa, Francisco Pelucio, a Associação ainda diz estar preocupada com os efeitos que bloqueio nas rodovias poderão causar, especialmente em relação ao abastecimento dos setores de produção e comércio.

* Com informações da Agência Brasil

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