O acúmulo de água nas pistas devido aos temporais causou ao menos três colisões na manhã desta terça-feira (1º), em Florianópolis. Conforme a Guarda Municipal, ninguém ficou ferido.
Chuva causa alagamentos em Florianópolis – Foto: GMF/Divulgação/NDSegundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a expectativa é de trânsito intenso a partir das 16h nas rodovias federais que cortam o Estado, o que deve se manter pelo menos até esta quarta-feira (2), ao meio-dia. No momento, a volta para casa pós-feriado está tranquila.
Na Grande Florianópolis, a chuva causou alagamentos em Palhoça. Na Capital, foram registrados acidentes devido à água na pista na cabeceira da ponte Colombo Salles.
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Próximo à saída da Ilha, um Citroën rodou na pista nesta manhã e bateu contra um Peugeot. Um casal de idosos retornava ao Rio Grande do Sul no momento do acidente.
Na avenida da Saudade, na SC-401, em direção ao Centro da Capital, um Hyundai HB20 e um Renault Duster colidiram e precisaram ser guinchados. A PMRv (Polícia Militar Rodoviária atendeu a ocorrência seguida da Polícia Militar.
Colisão entre dois carros a manhã desta terça-feira (1º) – Vídeo: GMF/Divulgação/ND
Também na SC-401 outros dois veículos colidiram, próximo ao Hospital SOS Cárdio. Conforme o subcomandante da Guarda Municipal de Florianópolis, Ricardo Pastrana, o trânsito seguia lento na subida do Cemitério Jardim da Paz sentido por volta das 8h.
Previsão para esta terça
Entre a tarde e a noite desta terça a passagem de uma frente fria pelo mar, aliada a um centro de baixa pressão sobre o Paraguai, provocam temporais no Centro-Norte do Estado (área em laranja do mapa abaixo). Há risco alto para ocorrências associadas a raios, queda de granizo, alagamentos, deslizamentos e enxurradas.
Defesa Civil alerta para risco de estragos nesta terça – Foto: Defesa Civil/Divulgação/NDO meteorologista Piter Scheuer afirma que há indicativo de pancadas de chuva com trovoadas entre o Oeste, Meio Oeste, Planalto Sul e Litoral Sul, se estendendo para as demais regiões ao longo do dia.
O risco é de temporais fortes no Oeste e Nordeste de Santa Catarina, devido à interferência do ar quente e úmido vindo da Floresta Amazônica. De acordo com o especialista, tempestades localizadas (granizo e vendaval com transtornos) ocorrem em pouquíssimas cidades.