A greve dos meios de transporte público, a exemplo desta última greve dos ônibus que, foi felizmente abortada na última terça-feira (7), poderia ser comparada com um assalto à mão armada.
O usuário do transporte público que fica sem opção não tem nenhuma responsabilidade sobre os preços das passagens, mesmo porque, muitas vezes, é a classe patronal que arca com tais despesas.
Transporte coletivo em Florianópolis – Foto: Anderson Coelho/NDO usuário submetido a uma greve é tão responsável pela situação financeira da empresa de transporte quanto a vítima de um assalto. Afinal, tais greves e assaltos são agressões injustas a pessoas inocentes e indefesas. É inadiável que haja uma punição severa contra tais agressões.