Casarão dos anos 30 reabre como polo gastronômico e cultural em SC

Prédio que já abrigou moinho e sede recreativa da Tigre foi restaurado e integra projeto de urbanismo sustentável em Campo Alegre

Foto de Richard Vieira

Richard Vieira Joinville

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Casarão dos anos 30 reabre em SCCasarão da década de 1930 ganha nova vida como polo gastronômico e cultural em Campo Alegre – Foto: Divulgação/ND

Um casarão da década de 1930, localizado em Campo Alegre, no Norte catarinense, reabre neste sábado (7) como polo gastronômico e cultural. O prédio, que já funcionou como moinho e, mais tarde, como sede recreativa da Tigre, foi restaurado e passa a integrar o complexo Paraíso das Araucárias, projeto de urbanismo sustentável desenvolvido pelo Grupo CRH.

A estrutura original em estilo enxaimel foi preservada. Segundo o Grupo CRH, a revitalização manteve as características arquitetônicas do casarão, que fazia parte da indústria de amido de milho e fécula de batata. O local foi adquirido na década de 1960 pela Família Hansen e, até então, era utilizado como espaço de lazer para os funcionários da Tigre.

“Era um espaço de celebração e de união das pessoas. Queremos manter esse espírito com a reabertura do Casarão”, afirma Felipe Hansen, presidente do Grupo CRH.

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Casarão se torna um polo gastronômico diversificado

Seis empreendimentos gastronômicos passarão a operar no local: o Botanique Bar, que aposta em vinhos e drinks autorais; o restaurante Faello Sabores da Serra, com foco em ingredientes regionais; a gelateria Fior Di Neve; a cafeteria Pauli Café; a hamburgueria Rharo Burguer; e a pizzaria Spettacolo, com pizzas napolitanas.

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    Casarão da década de 1930 ganha nova vida como polo - Divulgação/ND
    Casarão da década de 1930 ganha nova vida como polo - Divulgação/ND
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    Gastronomia regional com ingredientes locais: restaurante aposta na conexão entre campo e mesa - Divulgação/ND
    Gastronomia regional com ingredientes locais: restaurante aposta na conexão entre campo e mesa - Divulgação/ND
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    Arquitetura original foi mantida na revitalização: enxaimel é destaque no novo espaço - Divulgação/ND
    Arquitetura original foi mantida na revitalização: enxaimel é destaque no novo espaço - Divulgação/ND
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    Seis empreendimentos gastronômicos passarão a operar no casarão - Divulgação/ND
    Seis empreendimentos gastronômicos passarão a operar no casarão - Divulgação/ND

“O Casarão não é apenas um espaço comercial, mas um ponto de encontro que celebra nossa história, nossa cultura e nossa conexão com a natureza”, destaca Felipe Hansen.

O projeto de restauração envolveu o Estúdio Vertical (arquitetura), a Volles Arquitetura (interiores) e a construtora Gbau HGT. O casarão é parte de um terreno de mais de 615 mil m², dos quais 70% são dedicados à preservação permanente e à convivência comunitária.

“O projeto representa não apenas a revitalização de um patrimônio histórico, mas um modelo de urbanismo que coloca natureza e comunidade no centro”, diz Alencar Lehmkuhl, diretor do Grupo CRH.

Campo Alegre está a 54 km de Joinville e cerca de 100 km de Curitiba. Com paisagens de serra, clima ameno e novos atrativos, a cidade se fortalece como destino turístico na região Sul.

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