Quem quer conhecer mais de perto a Usina Piraí, um dos mais belos cartões postais de Joinville, no Norte de Santa Catarina, terá uma oportunidade no próximo sábado (5).
Usina Piraí estará aberta para visitação no próximo sábado (5) – Foto: Celesc/DivulgaçãoÉ que a Celesc vai abrir as portas para receber a comunidade, das 9 às 15 horas, com direito a uma programação recheada de atrações.
Haverá apresentação da Escola do Teatro Bolshoi, da Banda Municipal e da Banda da Polícia Militar, além de apresentação de vídeo histórico e visita guiada pela Usina Piraí, bem como mostra de meio ambiente, exposição de produtos típicos da região e feira de artesanato.
Seguir“A Celesc, mais uma vez, abre as portas de um dos pontos turísticos da região, para que a comunidade usufrua de uma programação diversificada, valorizando a história e o meio ambiente, na Usina Piraí”, diz Pablo Cupani Carena, diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios da empresa.
No dia, a Celesc também vai arrecadar alimentos não perecíveis que serão doados a entidades da região, divulgadas no dia do evento.
Como participar
A entrada é gratuita e a Celesc pede aos participantes que se desloquem de bicicleta ou por transporte gratuito, que será disponibilizado a partir da loja da empresa, na rua Timbó, 1.630, para minimizar o trânsito.
Não esqueça de levar máscara, álcool em gel, repelente e protetor solar. Caso as condições climáticas não sejam favoráveis, o evento, que conta com o apoio da prefeitura, será transferido.
Sobre a Usina Piraí
Inaugurada oficialmente em fevereiro de 1908, Piraí é a usina mais antiga de Santa Catarina. É uma das únicas do país a gerar energia sem sofrer interrupções desde a inauguração.
Instalada inicialmente com 400kW de potência, no início, fornecia energia para alguns prédios públicos e para iluminação das ruas do centro de Joinville. Hoje, a sua energia continua contribuindo com o sistema elétrico. Porém, mais do que isso, representa um grande patrimônio da energia dos catarinenses.
A energia de Piraí sustentou o desenvolvimento econômico e social de Joinville, principalmente até a década de 1970, quando a energia vinda de outras hidrelétricas passou a atender o crescimento da região.