Jurerê Internacional foi criada nos anos 80 a partir de uma ideia do empresário Péricles Pereira Druck – Foto: Reprodução NDTV Record TVA Associação de Proprietários e Moradores de Jurerê Internacional, a AJIN, certamente não sabia o tamanho do tiro no pé que estava dando há quase uma década quando começou a combater o funcionamento dos beach clubs no bairro.
Desde que eles foram fechados para a demolição que está acontecendo nesta semana, Jurerê passou a registrar vários casos de assaltos, furtos, tiros na praia, gente dormindo embaixo das marquises e até nas instalações dos beach clubs, invasão de ambulantes clandestinos, enfim, tudo aquilo que não se queria para uma das praias mais badaladas do Brasil – referência em qualidade de vida, preservação do meio ambiente e de entretenimento. Isso tudo porque não há mais aquela circulação natural e diuturna de fornecedores, colaboradores e frequentadores que havia quando os beach clubs estavam a pleno, inclusive oferecendo segurança ao bairro. Fora a perda de 400 empregos diretos e de milhares de indiretos.
Todo o comércio local, bares, restaurantes, hotéis e pousadas estão sentindo os reflexos da decisão judicial que pode ter ferido de morte uma das grandes atrações de Floripa inclusive no exterior. E o tiro foi dado exatamente por quem deveria defender a vítima.
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