Brunch no Jardim de Luxemburgo para comemorar o aniversário da Maria Cãndida, a caçula que mora em Paris, e depois por do sol no Rio Sena é programa que qualquer um pode fazer. E lá eles fazem – Foto: Arquivo pessoal/Cedido/NDUma das coisas mais agradáveis que fiz em Paris nas férias de setembro foi circular pela cidade de patinete ou bike elétrica com a família por todos os lugares da maravilhosa cidade. E isso fazíamos todos os dias. Inclusive, ou quase sempre, à noite. Andar a pé em Paris também é um grande negócio.
Aliás, na França o governo está subsidiando a compra de bicicletas pela população, com projeto de ser em muito em breve o país das bicicletas na Europa. O metrô facilita muito em dias de chuva, frio intenso e para quem mora na periferia. No entanto, o que cresce é o patinete e as bikes espalhadas por toda a cidade e com fácil uso. O metrô esconde tudo que rola em cima e que encantam os turistas.
Outra coisa legal que fiz foi me hospedar em hostel, bons, baratos e bem frequentados. Além da economia, no hotel, maioria hóspedes jovens, é sempre festa, com música ao vivo e DJs em jardins e bares, onde todos se conhecem.
SeguirDormir em beliche, para quem dormia num “Citröen”, lá mesmo em Paris, ou num fusca em Copacabana, como na época da argola, não é nada. Mas dormir numa cama, feliz e de janelas abertas escutando a conversa da rua é outra história.
Aliás, por incrível que pareça, tenho algo em comum com Elon Musk, o homem mais rico do mundo, que só fica em hotéis tradicionais, caros e caretas, em ocasiões especiais. Ou quando é convidado. Aproveito a economia do hotel em outras coisas mais uteis.