Operação comandada pelo “xerife” da cidade, secretário de Segurança e Ordem Pública, Araújo Gomes, fiscalizou ontem os bares de praia para impedir a cobrança ilegal de consumação mínima aos clientes nas mesas ou cadeiras da faixa de areia.
Equipe liderada pelo secretário Araújo Gomes (à direita) percorreu estabelecimentos nas praias – Foto: Divulgaçaõ/NDNum dos flagrantes, um estabelecimento em Jurerê Internacional cobrava um valor mínimo de R$ 1,5 mil – além de uma afronta à lei, um abuso praticado contra moradores e visitantes que depõe contra a imagem da cidade.
Não são recentes as denúncias de exploração do turista nas temporadas de verão. Os casos começam até na pré-temporada, como a coluna alertou algumas vezes desde o mês de novembro. Lembram da porção de batatas fritas por R$ 50,00 que gerou indignação?
SeguirA presença constante da fiscalização nos balneários é fundamental para coibir a ação de comerciantes inescrupulosos, mas a virada da página vai além, com o envolvimento institucional das entidades que representam bares, restaurantes e eventos.
Preocupado com o assunto, um leitor sugeriu, por exemplo, a criação de um selo na porta dos estabelecimentos para identificar “quem são os verdadeiros amigos do turista e da cidade”.