Réveillon mais famoso do Brasil tem movimento abaixo do esperado

Virada do ano em praia de Copacabana contará com queima de fogos de 16 minutos, mas sem apresentações musicais por conta da Covid-19

Estadão Conteúdo Rio de Janeiro

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O Réveillon mais famoso do Brasil, realizado na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, já registra os primeiros movimentos de chegada de pessoas, mas muito menor do que em uma virada de ano “normal”.

O momento terá 16 minutos de queima de fogos, mas sem shows musicais por conta da Covid-19. Durante a sexta-feira (31), a chuva atingiu o bairro, mas que deu uma trégua no fim da tarde.

Réveillon de Copacabana é um dos mais conhecidos do mundo – Foto: Flickr/Reprodução/NDRéveillon de Copacabana é um dos mais conhecidos do mundo – Foto: Flickr/Reprodução/ND

Chuva não espanta turistas

“Estamos acostumados com essa garoa, viemos de São Paulo”, disse a assessora contábil Rachel Oliveira, de 28 anos, que passará o Réveillon no Rio com três amigas e se instalou na areia de Copacabana às 17h. “É minha primeira viagem desde o início da pandemia”, complementa.

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Nas ruas próximas do mar é possível comprar palmas por R$ 3 (ou três por R$ 10) e rosas por R$ 5. Neste ano, há nos acessos de Copacabana mais vendedores de guarda-chuva e capas de chuva do que de flores ou bebidas. Uma capa está custando de R$ 5 a R$ 15 e um guarda-chuva varia de R$ 10 a R$ 30.

O trânsito na tradicional avenida Atlântica está interditado desde as 15h. O fluxo foi fechado em todo o bairro por volta das 19h, e só poderão entrar em Copacabana ônibus e carros particulares ou táxis com passageiros que comprovem trabalho, residência ou hospedagem no bairro. As balsas com os fogos de artifício que serão acionados à meia-noite estão posicionadas no mar, após organização da prefeitura.

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