Saiba tudo sobre o Circuito de Cicloturismo Velho Oeste

Ao todo, 13 cidades fazem parte do Circuito de Cicloturismo Velho Oeste, em uma jornada de sete dias

 Circuito de Cicloturismo Velho Oeste: começa no batalhão da Polícia Militar de Cunha Porã, Rua Moura Brasil, 90, bairro Jardim. Mais informações e-mail kiciosan.bernardi@udesc.br.

Os aventureiros que visitam terras catarinenses têm um novo desafio para adicionar em suas rotas: o Circuito de Cicloturismo Velho Oeste. Um percurso encantador, que passa por 13 municípios do Oeste de Santa Catarina em uma jornada de sete dias.

Circuito de Cicloturismo Velho Oeste envolve 13 cidades catarinenses – Foto: Rodolfo Espínola/Agência AL/NDCircuito de Cicloturismo Velho Oeste envolve 13 cidades catarinenses – Foto: Rodolfo Espínola/Agência AL/ND

Com destaque para a hospitalidade de empreendedores e produtores rurais, que abrem as portas durante as paradas para receber os visitantes, o roteiro conquista pela sua versatilidade de atrações.

O circuito é considerado de dificuldade média, portanto não é para ciclistas iniciantes. A estimativa mais comum é de um percurso médio de 40 quilômetros por dia.

O trajeto foi adaptado e as estradas são de terra, exceto em dois pequenos trechos asfaltados. No entanto, também é possível embarcar na aventura de carro ou moto.

Trata-se de um circuito autoguiado, ou seja, cada um pode fazer a rota no próprio ritmo ou escolher apenas parte do percurso. Os grupos costumam ter pelo menos quatro pessoas e os gastos médios com alimentação e pernoite, durante os sete dias, ficam em torno de R$ 1.300.

O turista percorre uma área rural e, por onde passa, conhece propriedades, visita belezas naturais, curte degustações e vislumbra o melhor da região. É a chance de viver a experiência de quem mora no interior e presenciar as tradicionais interações dos catarinenses do Oeste.

Belezas por todos os lados

Circuito de Cicloturismo Velho Oeste demora sete dias para ser feito por completo – Foto: Rodolfo Espínola / Agência AL/NDCircuito de Cicloturismo Velho Oeste demora sete dias para ser feito por completo – Foto: Rodolfo Espínola / Agência AL/ND

As paisagens dão o tom da viagem: a vista do rio Uruguai, os campos de trigo e soja e as íngremes descidas de serra estão bem presentes. Um dos destaques é a cachoeira Santa Terezinha, no município de Saudades.

Entre as paradas estão vinícolas, cachaçarias e lojas de produtos artesanais. Se a visita for entre o fim de dezembro e o começo de janeiro, é possível participar da colheita da uva. E não há como terminar a aventura sem aprender sobre a produção do vinho, os diferentes sabores, as variedades de uvas e seu plantio.

Quem se encantar com os produtos vendidos nas paradas não precisa se preocupar: a maioria dos empreendedores faz entregas em Cunha Porã, para retirada no ponto final da rota. Algumas paradas permitem que o visitante faça os próprios alimentos, seja um pão com flor ou produtos naturais da colônia.

O projeto tem a Udesc como gestora e conta com parceiros da iniciativa pública e privada. A rota tem também um reforço na segurança, com o apoio da Polícia Militar, que monitora os aventureiros.

Preparação

Atenção, viajantes: há áreas onde não há sinal de celular. Aplicativos como Wikiloc e Bike Trilhas disponibilizam o trajeto, mas muitos ciclistas também optam por um GPS.

É indicado levar roupas para pedalar, protetor solar, água e energético. Nas paradas também há suporte para que os viajantes encham os pneus da bicicleta e lavem suas roupas. Todos os 13 municípios integrantes da rota têm estrutura de pernoite.

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