Não passou de uma brincadeira! O repórter Lucílio Macedo, da TV Serra Dourada (afiliada do SBT em Goiânia), revelou que o tapa que levou ao vivo durante o jornal foi combinado. O trecho do vídeo em que ele aparece “apanhando” de uma entrevistada viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A cena, no entanto, foi apenas uma encenação.
Repórter Lucílio Macedo, da TV Serra Dourada, revelou que o tapa que levou ao vivo durante o jornal foi combinado – Foto: Reprodução/Instagram/NDLucílio Macedo entrevistava duas mulheres que protagonizaram outra cena que também repercutiu na internet: uma jovem, de 22 anos, fazendo “birra” e gritando com a mãe por não ter ganhado um Iphone 15.
Durante a conversa, a jovem discutia com a mãe, e quando é questionada pelo repórter, acaba dando um tapa no rosto dele. O motivo da entrevista, no entanto, era justamente para esclarecer que a briga entre mãe e filha era, na verdade, uma encenação.
Seguir“Elas fizeram um vídeo, uma esquete na rodoviária de Goiânia. Essas duas, se passando por mãe e filha, não são mãe e filha, são amigas. [Na encenação] a mais nova estava fazendo birra porque queria um iPhone 15, mas a mãe falou que não tinha dinheiro e deu para ela um iPhone 13. E esse vídeo viralizou. A gente fez [a reportagem] para repercutir justamente o vídeo, por isso, a gente começou fazendo um tipo de ‘encenaçãozinha’”.
Tapa combinado foi revelado na entrevista
Lucílio também explicou que na própria reportagem é revelado que o tapa foi combinado. Entretanto, viralizou apenas o trecho em que ele é “agredido”, fazendo com que muitas pessoas acreditassem que a entrevistada realmente deu um tapa em seu rosto.
Em seu Instagram, Lucílio brincou com a situação e até abriu uma enquete para descobrir a opinião de seus seguidores: “Acabei levando um tapa na cara, mas eu quero saber sua opinião: isso é verdade ou mentira, hein?”
Sobre o vídeo da jovem fazendo escândalo por conta de um celular, o repórter também explicou que o intuito delas foi ganhar visualizações e engajamento nas redes sociais.
“Uma chama mainha, que é a mais velha. E a outra é caninana essas são as alcunhas delas nas redes sociais. Fizeram isso para ganhar visualizações, e para fazer até uma discussão em torno dessa questão dos jovens de hoje que querem tudo muito rápido, muito fácil”, pontuou Lucílio.