A estadia de Nego do Borel em A Fazenda 13 está cada vez mais difícil. Depois de protagonizar uma treta generalizada na baia com Dynho e Mussunzinho na última sexta-feira (17), a imagem do cantor ficou ainda mais machada entre os participantes e em um jogo da discórdia deste domingo (19), Nego foi campeão em rejeição.
A dinâmica do jogo era simples: Os confinados tinham que indicar quem eles viam na final e quem eles achavam que não ganhariam o programa, as indicações tinham que ter justificativa.
Nego do Borel foi indicado como não ganha por: Tati Quebra Barraco, Dynho, Mileide Mihaile, Gui Araújo, Liziane Gutierrez, Aline Mineiro e Tiago Piquilo.
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Nego do Borel foi indicado por Dynho e Tati Quebra Barraco como “não ganha”, entre outros participantes – Foto: Reprodução/ InternetIsso abalou Nego do Borel, que caiu no choro durante a dinâmica, o cantor ficou tão abalado que não conseguiu falar quem achava que estaria na final e quem ele via fora da competição. Erasmo Viana, ex da Pugliesi, sugeriu que outra pessoa falasse até que o Nego se recuperasse.
Um pouco mais estabilizado, Nego aproveitou a oportunidade para se desculpar com Dynho. “Do fundo do meu coração quero te pedir desculpas, Dynho, porque aquele dia lá discutimos, perdemos o controle, eu falei coisas que não foram legais para você e eu senti muito”, disse.
Nego do Borel estendeu o pedido de desculpas ao grupo. “As coisas não são assim, todo mundo aqui tem uma história. Depois quero falar com você à sós, Dynho. Não é questão de voto de sair, é uma coisa que quero deixar limpo com você”, disse.
Equipe de Nego acusa racismo estrutural
Aqui fora, o cantor enfrenta uma campanha para que seja expulso do programa por assédio contra a catarinense Dayane Mello, depois de ficar agarrado à modelo durante a madrugada de sexta-feira pós festa.
A equipe que cuida das redes sociais de Nego do Borel acusa que o cantor está sofrendo um “linchamento virtual” e é vítima de racismo estrutural, em uma postagem a equipe de Nego justifica:
“Mais uma vez o racismo estrutural que temos no Brasil é escancarado. Mais uma vez nós vemos que uma pessoa negra não tem sequer o direito de errar, como todo mundo faz. Até o momento, o que vimos, é parte da sociedade julgando e condenando por coisas que não aconteceram”, traz a publicação.
A equipe completa: “O linchamento virtual contra o Nego mostra que ninguém está disposto a ouvir um homem negro que veio da favela. Essa ‘Era do cancelamento’, que já fez com que outras pessoas negras em realitys fossem massacradas, é implacável e muito prejudicial”.