O SC no Ar com Márcia Dutra completou um ano nesta terça-feira (16). O estilo leve e descontraído da apresentadora ajudou a repaginar o conteúdo matinal. Detalhes foram observados, como o horário de apresentação e até o perfil do telespectador. A conclusão: era necessário produzir um programa de notícias com leveza.
SC no Ar completa um ano com apresentação da jornalista Márcia Dutra – Foto: Divulgação/ND“A pessoa tá em casa, começando o dia. Imagina, você tá ligando a televisão para tomar seu banho, para se arrumar, porque a gente é muito ouvido, e aí você já vai ouvir que tá tudo ruim. Qual é o ânimo que essa pessoa vai sair? Então, a gente quer que essa pessoa saia informada, obviamente, mas de uma forma menos pesada para encarar o dia que vai ter pela frente”, disse Márcia, que além de apresentadora é a editora-chefe do SC no Ar.
Desde que adotou a nova roupagem, o SC no Ar busca ter um enfoque diferente dos mais diversos assuntos. Pessoas importantes da nossa sociedade já passaram por aqui, como a bailarina Ana Botafogo, o jornalista Heródoto Barbeiro, a empresária Luiza Trajano, Monja Coen e tantos outros convidados.
Um ano de imersão na essência do programa, com uma equipe engajada que veste a camisa. Tudo para deixar o telespectador pronto para encarar o dia. O segredo do sucesso parece ser a união entre a equipe. O entrosamento precisa ser diário para que o produto final seja o mais perfeito possível. Começando pela energia da apresentadora.
“O clima que a gente tem na equipe é um dos grandes pontos positivos do SC no Ar. Para a gente conseguir trabalhar todos os dias é essencial que a gente tenha ambiente agradável de trabalho e a Márcia consegue levar isso para todas as áreas do SC no Ar”, contou o editor executivo do programa, Marco Nunes.
Fábio Machado e Márcia Dutra no quadro de esporte do Jornal SC no Ar – Foto: Reprodução/NDTV RecordTVPara que o SC no Ar informe o telespectador todas as manhãs, é preciso uma grande equipe de repórteres. E repórter é o que não falta: tem repórter na redação, apresentador de esportes, comentarista de política, repórter acordando cedo para fazer a feira.
O repórter Paulo Mueller disse que “é sempre desafiador, é sempre gostoso acordar cedo e levar informação, porque hoje a informação alimenta o nosso dia-a-dia, muda a nossa rotina e é essencial para a gente poder programar o nosso dia.
Vale até colocar os filhos para brincar de ser repórter: “A gente também compartilha muitas histórias. Por causa disso, quando chegou o Dia das Crianças, a Márcia me desafiou a colocar os meus filhos, a colocar a família inteira para trabalhar. Eu, é claro, entrei na brincadeira e o resultado você conhece, mais uma fórmula que deu certo no SC no Ar”, lembrou Tati Corrêa, repórter da NDTV e mãe.
Nesse um ano, o SC no Ar trouxe informações na hora em que o fato ocorria e com exclusividade. Informações que nem sempre são fáceis de divulgar, como o desastre ambiental na Lagoa da Conceição e a chacina em Saudades.
“Quando fomos cobrir o velório, todos estavam chorando. Eu olhei pro meu cinegrafista, pro meu produtor e ninguém segurou as lágrimas com toda essa situação. Assim como o Brasil inteiro, a gente também é humano e, apesar de uma cobertura extremamente profissional, a gente também acaba abalado”, contou o repórter Felipe Kreusch.
O presidente executivo do Grupo ND, Marcello Petrelli, disse que “o saldo é muito positivo em relação à audiência, à credibilidade, o gosto, a alegria das pessoas de ligar e televisão e ver algo diferente, todo dia de forma diferente. É uma surpresa. Comunicação é isso. É você conversar, valorizando o telespectador, sabendo o que ele quer ouvir. Tem um feedback muito grande, as pessoas ligam para cá sugerindo pautas, fazendo críticas, observações”.
Com repórteres buscando informações por todo o estado, o SC no Ar busca respeito com o telespectador. É um programa preocupado com seu bem-estar, que busca mostrar iniciativas que inspiram.
Confira a retrospectiva completa no vídeo!