Uma das atrações mais antigas da The Ocean Race, que tem movimentado Itajaí, no Litoral Norte do Estado, é o planetário localizado no complexo do Centreventos. Construído em 2013, o espaço estava desativado desde a pandemia de Covid-19 e foi restaurado e reformado este ano para ser utilizado na regata.
Espaço foi reformado para receber a The Ocean Race mais uma vez – Foto: Bruno Golembiewski/NDO Semasa – Serviço Municipal de Água, Saneamento Básico e Infraestrutura de Itajaí foi o responsável pelas obras no planetário.
Durante muito tempo, a estrutura esteve inutilizada. Com isso, o planetário se tornou alvo fácil para vandalismo, com muitas partes depredadas, além de ter tido toda a parte elétrica e sistema de ar-condicionado furtados.
SeguirA autarquia realizou reparos em toda a estrutura, desde consertos de infiltrações e fissuras, até a parte elétrica e iluminação, pintura, e também implementação de sistema de climatização. Além disso, foi feita a higienização das poltronas e carpetes do espaço, que tem 40 assentos para o público acompanhar as projeções visuais em 360 graus.
A reabertura do espaço foi sempre um objetivo da prefeitura de Itajaí e do Semasa, pois se trata de um ferramenta educativa importante para os jovens e crianças da cidade. A ideia é que o local possa ser uma atração permanente da cidade.
Semasa foi responsável pela reforma e consertos no espaço – Foto: Bruno Golembiewski/ND“Assumimos esse compromisso com expectativa de torná-lo permanente, para outros eventos e para visitas que acontecem em nossa região”, explica Natália Simões, Relações Públicas do Semasa.
Entre os planos, está uma reformulação em todo o conteúdo do planetário afim de aprofundar o tema da proteção dos oceanos e desenvolvimento sustentável.
Para esta edição da The Ocean Race, foi criado um vídeo com informações sobre a sustentabilidade do evento para reforçar a mensagem de educação ambiental. O planetário está sendo visitado todos os dias pelo público do evento e também por diversas turmas das escolas do município.
“A ideia é integrar com muitas atividades que já ocorrem. Por exemplo, se uma universidade de outro município vem conhecer as estações de tratamento do Semasa, ou o Porto, podemos levá-los lá também. Vai servir de apoio as ações que já são fixas no calendário do município: Dia mundial da água, Juntos Pelo Rio, Semana do Meio Ambiente, Semana da Água, entre outros”, explica.