O processo que envolve o empresário Antenor Angeloni, fundador do Grupo Angeloni, entrou em uma etapa decisiva após o Ministério Público apresentar as alegações finais. O MP pede a condenação de Vandressa Salvador Cesca e de sua mãe, acusando-as de supostamente se aproveitar da fragilidade cognitiva do empresário, que está próximo dos 90 anos. Segundo o órgão, Vandressa teria orientado a criação de uma holding para a qual Angeloni transferiu cerca de R$ 25 milhões, posteriormente adquirida por ela por R$ 100 mil. O Ministério Público também aponta uso indevido do cartão de crédito do empresário. Diante das acusações, o MP pede penas superiores a nove anos para Vandressa e quatro anos para a mãe. Agora, o processo segue para sentença, na qual o juiz decidirá se houve má gestão, coincidências ou crime, como sustenta a acusação. O caso tem grande repercussão em Santa Catarina e é acompanhado de perto pelo setor empresarial e pela comunidade.